Archive for 2011

Primeiro dia...

Primeiro dia de aulas... Em casa, às segundas não tenho aulas, acho maravilhoso o fim de semana prolongado e não ter a típica auto-negação de domingo ao me levantar às 7 horas da manhã do dia seguinte.

Primeiro dia de aulas... Fim do meu descanso de 3 meses, das idas ao shopping e dos serões na cama a ouvir música, do sim Clavier na agricultura e da paciência ilimitada para suportar o meu Peter, de discutir interiormente qual a roupa que vou vestir hoje, de fazer mudanças, de me alimentar à risca segundo a minha dieta, estar a vaguear indefinidamente... Au revoir.

Primeiro dia de aulas... Saudades da agitação, dos meus amigos, da Vera a fazer beicinho e do João e revirar os olhos, basicamente até daqueles anfiteatros esquisitos, com as mesas inclinadas bem à paroquia da nossa senhora...

Primeiro dia de aulas... 10 páginas para ler até quarta mais 50 para ler até quinta, apenas material de uma cadeira. Adieu vida, que tanto te adorava e que muita falta ainda me farás, vive depressa para te poder ter de novo e te venerar até à exaustão na minha humilde servidão. Adieu.


Primeiro dia de aulas...

19 de setembro de 2011
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Deixei muitas pessoas, as minhas pessoas, longe de mim e fugi para longe... Fi-lo obrigada porque nem o fim do mundo me faria parar de ama-las e suportar a dor e sofrimento de as deixar. E depois da proibição sai do planeta terra para me refugiar no planeta dos condenados e rejeitados ao amor dos meus. E todos os dias me lembro deles, e não há uma única rua em que passe que não me traga recordações. Ainda espero também todos os dias que os caminhos de Deus não sejam tão lineares quanto pareçam.
Por isso, e por vezes, a minha imaginação leva-me sem piedade pelo presente ao dia em que os vou poder abraçar, um a um. O meu futuro é esse, sabia-o já antes de tudo começar, e o meu presente faz-me crescer até esse dia chegar. Mesmo que não volte cedo, ainda existo, e quando irromper pela amizade dos meus amigos será eterno.
Não deixarei margem para dúvidas: as minhas saudades são a coisa mais difícil que suporto e são um buraco fundo que não para de crescer.

13 de agosto de 2011
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O Clavinova

1 de agosto de 2011
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Música no Coração

A minha maravilhosa Matilda, personagem principal do livro que ando a ler, apaixonou-se por fim. Acabei de comer uns quadradinhos de chocolate de amêndoas da Nestlé e sofro de saudades entretanto por aquela mulher cujo nome abençoado me lembra maravilhosos lírios de verão que crescem pela beira rio de Valbom. Queria poder ouvir o Pedro a dizer "tabita" e adorava ter vontade de arrancar mais algumas peles dos lábios. Hoje tive a minha primeira aula de piano senhores!

Dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, dó...
Dó, si, lá, sol, fá, mi, ré, dó...

Foi fantástico e já decidi me inscrever nas aulas do próximo ano na escola de música, dó, dó, dó...
E para a semana um piano novinho, um livro de música e uma nova aula, ré, ré, ré...
E com as duas mãos e a ler a pauta, mi, mi, mi...
Faz-me lembrar a música Dó, Ré, Mi do filme fantástico Música no Coração. Já estou com uma vontade louca de voltar a tocar e ainda aprendi tão pouco... Hoje toquei com as duas mãos ao mesmo tempo as notas e toquei duas musicas simples a olhar a pauta, foi excelente.

Acho que vou voltar para a Matilda, acho que já chama por mim, a todos os amantes de Música no Coração uma boa noite.

19 de julho de 2011
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As escadas

Novidades? Novidades? As férias são férias e não há ninguém que discorde, e a quem discordar, desejo um óptimo futuro caminho aqui pela zona norte até implorar perdão. Férias são férias e assunto encerrado... Like a G6

Ganhei várias outras paixões pelos dias a acordar as 13h... Uma das: Gossip Girl, Blair and Chuck
Outras mais pesadas: aturar o meu maravilhoso namorado que agora trabalha e esta a fazer um excelente trabalho...
Ainda outras foram dadas por Lesley Pearse em "Segue o coração" com as suas calmas 783 páginas compiladas num livro (Que mais parece um paralelo) que conta a história de uma rapariga que vive na miséria na Londres de 1842 onde ainda as senhoras usavam chapéus com flores... (Agora só bonés)

Este fim de semana foi o primeiro congresso do Peter, correu muito, muito bem e por ele lá estar foi um dos melhores congressos de sempre... O segundo porque o congresso inglês o ano passado em Lisboa bateu os seus recordes e entrou para o Guinness dos meus congressos predilectos. Desde bebé que, uma vez por ano, lá estou eu, os três dias sentada a beira da minha "família"... Este congresso teve muitas mudanças, levei bandolete, não pude meter o meu cartão de lapela a indicar o meu nome e congregação como testemunha, sentei-me nas bancadas e não nas primeiras filas, sentei-me e comi sozinha com o Peter, foi apenas um dia... Agora que penso nisso, se o Peter viesse comigo ao congresso inglês acho que o congresso era definitivamente escolhido para receber um globo de ouro. Definitivamente! Este congresso com ele foi fantástico, desde nos perdermos para Guimarães até nos sentarmos nas escadas... Agora que penso de novo nisso, nunca me sentei naquelas escadas em toda a minha vida... Antes preferia o corrimão, agora acho que as escadas são o melhor intervalo de sempre... Quando o fazemos com quem amamos tudo parece diferente... Este foi o meu primeiro congresso desassociada, em que as pessoas fugiam de mim em vez de me cumprimentar com um sorriso falso a perguntar se a blusa era mesmo Carolina Herrera... E a bandolete arrasou porque era lindíssima, orgulho à parte mas adoro-a mesmo. Foi um orgulho andar agarrada ao Pedro, desde que o conheço, desde os inícios dos meus 16 anos, sempre quis que ele visse um congresso... Sempre quis abraça-lo no meio de todos e foi preciso muitos anos para o fazer sem consequências... Gostei especialmente de uma certa rapariguinha que sempre considerei minha amiga olhar para ele com inveja e depois desviar a cara quando a olhei fixamente nos olhos... Se existe ainda uma pinga de consolo por se afastarem de mim, é aquela não poder dirigir-me palavra. Suposta amiga se me entendem. Todos os que me amam fizeram todos os possíveis por estar comigo, se existem pessoas que considero família são essas, que mesmo ouvindo todos me insultarem, defendem-me e nunca me virarão as costas, esses ficam para sempre, os outros que o vento os leve para longe. O Peter é a pessoa que sempre me faltou lá e que nunca consegui admitir, e ontem percebi a falta que sempre me fez, o meu periquito psicopata... O quando precisei dele e o quanto muda cada passo que dou, e os faz uma reunião de negócios. Nunca me senti sozinha, nem me senti a mais desassociada possível, senti-me namorada dele.

E este foi um dos momentos que sempre recordarei: as escadas e a primeira vez que passei um intervalo sentada neles... Um começo de um óptimo começo.

18 de julho de 2011
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CUCU!

CUCU! Para os que não sabem e os seguintes esta é a expressão mais dita aqui em casa. Ah pois é, somos todos os cucus... Sempre que entramos em casa ou numa divisão da casa temos por habito dizer CUCU para que as outras pessoas que estão já dentro saibam que chegamos e que estamos felizes por chegar. Sempre que dizemos cucu é com alegria e um grande sorriso, estamos felizes por chegar e expressamos a nossa enorme vontade de estarmos uns com outros. Aqui em casa somos uns maluquinhos bem sei mas é a nossa maneira, it's our way!

A minha mais recente vitória foi ultrapassar as teorias éticas todas até as 23:48, hora a que escrevo este texto. Amanha tenho de novo exame: Filosofia Social e Ética. Quero tirar uma boa nota, quero que me suba a média mas não espero muito dali visto que a correcção é muito inconstante, quando corre pior é que as notas são altas. Va-se lá perceber aquele mundo ultra-sónico em que vivem os humildes filósofos! Sou de ciências, nem de economia sou, I SUCK ON THIS! Mas cá estou eu a fazer um esforço serio para a minha nota... A teoria de Levinas é bem real quanto a esta cadeira (quem a conhece mesmo vai achar graça), se não vejam só:

  • É estrangeira para mim, a malandra passa-me ao lado sempre!
  • Vem do exterior, daquele mundo ultra-sónico;
  • Impõe-se a mim como gente grande (Oh Yeah!), nunca a quis mas foi-me obrigada (come e cala);
  • É singular, não há uma cadeira tão sónica como esta;
  • Tenho uma forte responsabilidade para com ela mesmo que não queira, a minha nota (Blah);
  • "Ei-me aqui", ou seja, estou completamente ao serviço dela, sou do tipo cadeira-ó-dependente;
  • A minha resposta não depende da resposta dela porque quando mais me esforço menos sei como bem dizia o meu amigalhaço Sócrates (não é o Socas, é o Sócrates!);
Como dá para ver, e bem, Emmanuel Levinas não era assim tão doido como todos nós pensamos.

Back to die, back to ethics life! (Até rima a Maria Clandestina)

Queria poder rimar com algo mais feliz mas actualmente não vai dar até dia 20 de Maio que será o fim da rima e o começo da prosa! Até lá bons estudos a toda a esfera universitária e não facilitem... E já agora, a partir de dia 20 se me quiserem contactar telefonem para o apoio ao cliente do Norteshopping.

Ao meu anjinho papudo Parabéns! Amanha festejamos nos Kebabs e nos copos de vodka da ribeira ihihihih e sábado lá estarei, sempre a ver telemóveis!

8 de junho de 2011
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Ao ano da determinação!

O meu primeiro casamento foi uma tristeza a todos os níveis. Se há remorsos neste mundo devem estar concentrados aqui mesmo à porta. Tudo porque me vi no reflexo de um copo de vidro. A imagem saiu distorcida e quando olhei melhor de volta e me apercebi que não era bem aquele o meu eu perdi a coragem de enfrentar os meus erros. E só soube chorar porque não conseguia desfazer-me mais do peso que fui metendo aos ombros aos poucos e com o passar do tempo. Perdi já à muito esse peso, já fez um ano. O mundo não nasceu cor-de-rosa, todos o fazemos porque as cores reais são mais azedas. Mas nessa altura esperava ainda que isso não fosse verdade. Nestes tempos actuais sou mais digna de mim, tento sempre ver-me ao espelho: reflicto muito sobre quem sou, o que me fez chegar aqui e que peso quero acrescer a mim. Consegui fazer isso muito dificilmente porque apenas conseguia ver relances do meu verdadeiro eu. Olhar para mim e persistir em olhar é sempre terrível. Hoje sei quem sou, o que me completa, onde não gosto de estar, quem amo, e isso é um grande começo para me começar a recompor de novo como a lembrança que pretendo deixar.

Esta que acabei de descrever foi a tarefa mais desgastante que alguma vez enfrentei, o caminho foi extremamente penoso: os meus erros foram aumentados à expoente e fui responsabilizada pela expressão. Lamento muito não me ter visto ao espelho à mais tempo, tinha poupado tanto, tanto sofrimento. Ainda me é difícil seguir apenas quem sou eu. Sei que daqui a mais um ano serei capaz de me seguir. Este percurso fez de mim alguém diferente, com mais defeitos e mais fria e rígida. Não define a minha essência mas influenciou os meus comportamentos com outros de uma forma drástica. Agora não tenho medo de dizer 'odeio-te'.

Escrevi isto apenas para mim pois quero assinalar este momento com muito orgulho pela coragem que demonstrei no último ano. Para o próximo ano quero ter orgulho na minha determinação.

Àquele que compreenderá este meu texto, penso que o único, desejo agora ter seguido o teu concelho naquele horrível dia de manhã. Mas não consegui porque era fraca. Consegui ganhar a coragem que precisava graças a ti, o meu amor por ti impulsou-me e retirou de mim todo o medo ao qual me escondia. Sei que te apercebeste, estava a lutar pela minha felicidade e saiu de mim naturalmente. Sabes o que era, notas a diferença, não sou a mesma e nunca voltarei a ser mais aquela que conheceste. Agora riu-me de tudo o que passou, sofri muito bem sabes mas nasci mesmo para te amar e não vi isso no copo de vidro. Este foi o meu caminho e espero sempre realçar o que de melhor ele me fez ser.

Agora finalmente, ao próximo ano, o ano da determinação!

7 de junho de 2011
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Premier Trailer Breaking Dawn parte 1

http://www.imdb.com/video/imdb/vi4233010457/


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A recompensa de ser voluntário

Hoje foi o Encontro Anual da CASO (Católica Solidária). Digo, com muito orgulho, que uma das melhores decisões que tomei foi inscrever-me sem receios logo no primeiro semestre de curso na CASO. Lembro-me ainda de deixar o Pite e conduzir até à primeira apresentação, já à muito que olhava o folheto indecisa porque sempre me custou integrar-me num ambiente desconhecido. Normalmente fico muito nervosa, custa-me iniciar conversas e conviver com pessoas que não conheço bem, sempre fui muito tímida mas tento sempre ultrapassar essa minha dificuldade e com o passar dos anos evolui imenso quanto à minha timidez. Mesmo assim nada me impediu de manipular a minha mente a não me envolver, a desprezar o papel com a data e hora da primeira apresentação. No próprio dia já tinha dito a todos que iria mas ainda sentia algo a puxar-me no sentido contrário. À medida que conduzia dizia para mim que ia conseguir, que aquilo era para mim, que se haveria alguém que pertencia ali era EU. Lembro-me de estar já escuro e de me sentir bastante sozinha.

No final de um ano cheio de experiências de voluntariado, participação em todas as campanhas do Banco Alimentar e muitos amigos novos, digo-o, e com orgulho, que esse dia foi decisivo no impacto que sempre desejei ter na minha comunidade. Existem pessoas que elogiam toda a vida o trabalho de voluntários, oiço imensas pessoas dizer que um dia gostariam de também de o ser, que temos de nos unir para ajudar outros principalmente agora que muitas pessoas ingressaram na vida de sem abrigo. A realidade e que os ouço falar mas apenas falam, pois somos nós, os voluntários da CASO e de outras instituições de solidariedade que fazemos esse trabalho e damos de nós. E hoje fomos recompensados pelo nosso maravilhoso esforço, somos tão poucos mas uma força enorme.

Recebi uma menção honrosa das mãos do Director do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa (e dois beijinhos) e uma cartolina enorme com todas as impressões das mãozinhas dos meus pequeninos do Centro Social da Foz que vou emoldurar e colocar como quadro no meu quarto. Quando a recebi veio de repente as lágrimas marotas de alegria e de carinho pelos meus pequeninos. Reconheci todas as mãozinhas deles e a mensagem no meio marcou-me ainda mais: "Nunca te esqueceremos, sala dos Lírios".

Existe algo que fui dando conta ao longo do meu voluntariado este ano passado e que foi, posso assim dizer acreditem, a maior lição deste ano: Quem ajudamos precisa de nós e, contrariamente ao que era de esperar, nós precisamos de quem ajudamos. Não é tão estranho esta espécie de relação de dependência? Sempre pensei que tal não acontecia, que as experiências que ouvia eram exageradas e que nunca um dia poderia adorar o meu serviço voluntário. Enganei-me e "cai" numa das maiores armadilhas para o meu sistema emocional: amo os meus pequeninos como se fosse uma irmã mais velha, ouvi-los gritar o meu nome quando entro todas as semanas na sala, vê-los a correr a chorar no recreio para mim como a pessoa que confiam e os ajuda, vê-los rir e estenderem a mãozinha para mim é uma sensação que nunca poderei meter em palavras. Eles conquistaram-me e para o ano continuo a viver os seus cinco anos de idade. Poderia continuar e descrever em linhas e mais linhas tudo que de bom eles me dão, mas nunca poderei explicar o sentimento de satisfação pessoal e de carinho aquelas minhas pestes me fazem sentir.

De seguida tivemos pequenos teatros representativos de todas as bolhas. Na CASO existem sete bolhas: Sem abrigo, Crianças Saúde, Porto Futuro, Crianças, Mais Crescidos, Vidas Especiais e Terra dos Sonhos. Cada uma ajuda um determinado tipo de pessoas, ou seja, sem abrigos, crianças hospitalizadas, adolescentes com acompanhamento escolar especial, crianças órfãs, abandonadas, com poucas possibilidades ou com pais presos, idosos e deficientes. Cada pessoa reflectiu e partilhou com outros perguntas chave que nos eram colocadas com o decorrer dos teatros com partilha de experiências e opiniões sobre o nosso trabalho. Depois de um jantar com petiscos trazidos por nós (passei a tarde a preparar duas grandes travessas de pãozinho com presunto e salgadinhos), convivemos com os nossos amigos e trocamos conselhos e rirmos de situações engraçadas do nosso trabalho.

Foi um fim de tarde perfeito com tudo que de melhor a nossa universidade aqui no Porto pode ser. Já o disse, uma das melhores decisões da minha vida foi fazer parte desta instituição. Não somos meras pessoas sem vontades e a que nada custa, deitamos suor de nós para ajudar outros, este serviço tem momentos azedos como já os tive, e muitos, no meu primeiro semestre. Mas estou a elogia-lo porque ele assim o merece, aquilo que fazemos é mágico, e nada nem ninguém retirará o nosso louvor hoje e sempre: o nosso serviço voluntário.


 
 
 

2 de junho de 2011
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Férias, the last but not the least

Depois dos meus exames, vou visitar pela primeira vez a MADEIRA. Vai ser fantástico meter a faculdade para trás das costas e passear, pular e brincar finalmente sem mais compromissos... Eu e os meus pais organizamos esta viagem, vai durar 4 quase 5 dias no Funchal, e vamos tentar conhecer tudo o que a cidade madeirense tem para nos mostrar. A melhor parte sei qual será: o hotel! O melhor hotel do Funchal, The Vine. Tenho a certeza que me vou agarrar lá a um canto para não sair e que vou loucamente fazer amor com o hotel.
Em Agosto vou de férias para o Algarve 15 dias, este ano não há férias no estrangeiro porque Portugal precisa dos nossos activos de momento. Com isto, vamos ficar num apartamento em cima do mar em Monte Gordo, no hotel-apartamento Dunamar. Desde sempre que adoramos Monte Gordo, pela marginal cheia de vendedores ambulantes com as maiores bugigangarias que alguém é capaz de encontrar num sitio só, pelo tão fantástico restaurante italiano com aquelas pizzas grandes e boas com molho kebab, a água do mar límpida e sem alforrecas, a baixa com aquelas gelatarias com aqueles grandes gelados, os peixes grelhados com muito sal, o centro com muitas lojas de biquínis já escolhidos, a mercearia da esquina com os figos mais maduros e doces das redondezas, os gritos dos vendedores de "bolinhas de Berlim, com creme e sem creme" e claro, "a princesa, a mais formosa deles todos", a égua da minha carroça de cavalos preferida que da uma volta à cidade e que torna característico daquelas noites quentes o barulho dos cascos a baterem no chão. É tudo fantástico em Monte Gordo, até os ninos são jeitosos e há um bar com música alta toda a noite completamente descoberto com poltronas de palhinha e batidos tropicais com palmeiras esquisitas. Este ano vamos ficar num apartamento, estávamos já fartos de comer as comidas horríveis e repetitivas dos hotéis, estar nas filas de espera para comer e de ter de ter horários para ir tomar o pequeno almoço. Quando há dois anos fomos para Manta Rota cozinhávamos nós e foi mil vezes melhor, lembro-me de meter a mesa na varanda e comermos lá fora muitas vezes, o apartamento era mau mas eu adorei aquela semana. Também me lembro de andarmos à disputa em frente da arca dos congelados naqueles supermercados de aldeia que pizza queríamos os três. A única coisa de mau este ano foi que ainda não sei se haverá feira medieval em Castro Marim e tem sido tradição irmos e darmos de beber aos mosquitos. Este ano não está programado haver festa lá, o que me entristeceu bastante. Mesmo sem feira medieval sei que vai ser umas férias à maneira mesmo, com muitos Sims 3 com todas as expansões que um periquito que conheço me arranjou.
Férias, estou desejosa de as ter... Este ano foi um dos mais cansativos que já tive, mais feliz também...
Tudo tem um preço não é? Vai ser fantástico gozar aqueles momentos, só queria que o meu periquito viesse comigo mas também sei que ainda vamos ter o nosso tempo. Não é periquito?
Até lá trabalho! E amanhã teste de matemática...
Para já algumas fotos do hotel onde vou ficar na Madeira...


18 de maio de 2011
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A amizade assim o é

Vou tentar não ser sentimental, ou lamechas, e ainda vou tentar ser coerente. As amizades são inconstantes - algo perfeitamente válido. Nunca tive alguém que pudesse chamar de verdadeiro amigo, alguém que conhecesse todos os aspectos da minha vida e que me compreendesse por completo - algo também perfeitamente válido. Isto não significa que não tenha amigos especiais, ou que não sinta amor por eles. Mas, para encontrar um incondicional e verdadeiro é preciso achar uma relíquia, e para corresponder um milagre. Um amigo verdadeiro é o que nunca nos virará as costas - e para isso é preciso um mundo, não é fácil e quase impossível porque julgamos fortemente. Quando um amigo consegue nos fazer chorar sozinhos saberemos quem ele é, que dimensão ocupará ou já ocupou simplesmente. Mesmo que tentemos já não conseguimos nos separar dele, quando sorrirmos e quando choramos, pensaremos nele. Não há meias medidas. Já não há limites. É o assim porque a amizade obriga.

3 de maio de 2011
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Sim, sim, sim, existe um não?

Esta é a semana da queima, algo que vejo mais como a queima das minhas pestanas, mas sei que para a maior parte do mundo académico, uma semana maravilhosa e esperada desde o começo do ano lectivo. Nunca liguei a tradições e gosto de paz, duas coisas que combinadas resultam na minha ineficácia em aceitar esta semana, mas lá vou andando... Basicamente ando preocupada com um Trabalho de Assiduidade e Participação, mais conhecido por TAP, que terei de fazer e entregar quinta e que não sei como lhe dar a volta. É normal já ter lido tudo sobre o assunto e não ter formulado uma ideia concreta sobre a globalização? Por estes lados é sim, e ao que parece o TAP Nove irá continuar incompleto quanto baste. A realidade é que ando um pouco deprimida, quiçá ando sem inspiração por isso o TAP Nove não sai. Há 8 meses que trabalho que nem uma doida, com duas semanas de férias não seguidas. Possivelmente crianças chinesas estão, neste momento, a rirem-se de mim. No entanto, se me conhecessem realmente saberiam que para eu trabalhar muito, como é esperado de mim no próximo mês, preciso de descansar e fazer coisas radicalmente interessantes e diferentes ao ponto de não saber que horas são. E isso já não acontece à bastante, a rotina cansa-me, e tem sido a minha mais cruel companheira ultimamente. Falarei agora de novo em companheira, uma antiga companheira que antes andava lado a lado para longe: a satisfação de ir às compras. Rir é o melhor remédio, mas neste caso nem tanto. Preciso de roupa urgentemente e não me apetece ir às compras, ando a adiar, adiar, adiar, até esquecer que preciso de roupa para me tapar e na esperança que um dia consiga uma só roupa durável o suficiente para aguentar um verão. Fringe está a acabar, Games of thrones a começar. O último filme visto Limitless, próximo filme a ver Thor. A Bunny está mais apaixonada que nunca pelo Gonçalo e a Chibiusa veio alegrar ainda mais a vida dela. E ando a construir a casa branca no meu Sims Noite, algo extremamente sexy com vampiros à mistura. O curso intensivo de Excel desta semana, juntamente com o Professor, faz-me querer ainda mais Bugles 3D da Matutano, apelidados por mim de "cones". Para já nada de novo, espera-me tentar apurar que fazer com os meus dois dentes tortos e ir dormir, de novo, até acordar, com expectativas novas. A minha vida é uma lástima, e a vossa?

2 de maio de 2011
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Ética - o segredo da mudança

O mundo dos negócios, e digo negócios porque assim são, é complexo, dizem por aí. Denomino negócio como um acordo entre duas partes com vista a qualquer uma das duas lucrar, sejam as consequências qualquer que sejam, vantajoso para alguém, que poderá não faz parte do acordo, nem citado porque, a maior parte das vezes, é escondido e esconde ainda mais.

Segundo o utilitarismo, as consequências dos nossos actos devem ser fortemente consideradas, devem ser minimamente reduzidas e afectar o menor número de pessoas possível, considerando-nos a nós como pessoa com valor igualitário ao resto dos indivíduos considerados. Quando esse nós é considerado muitos graus percentuais acima das maioria dos indivíduos, as consequências passam a ser meras, e os outros passam a ser considerados como infelizes necessários, instrumentos utilizados para a nossa felicidade (desculpem, não é essa que mais interessa?), um meio para atingirmos um fim como diria a Professora Magda. Oh consequências?! Desde que sirvam propósitos como os meus interesses. Oh consequências?! Desde que não me afectem.

O chamamento para com o nosso eu interior, o bem intrínseco noutros, explicado por Levinas, visa desaparecer. O tão conhecido ditado "não faças aos outros aquilo que não queres que te façam a ti" está cada vez mais distante, mais extinto e quem o suporta carrega-o, é um peso adicional nas costas porque é, não só recriminado por não considerar só os seus próprios interesses, como afectado fortemente e prejudicado por não agir segundo esse tão famoso ideal. Começou a chover no preciso momento em que escrevi isto... "Estou aqui para proteger o bem comum" existe em tão poucas pessoas, tão escandaloso, tão sensacional, que quem se debate com ética todas as quintas e sextas, se pergunta: como serei eu no futuro? Que decisões difíceis terei de tomar?

Muitas. Ao que parece não há piedade pelo próximo. A quem cabe a responsabilidade da mudança? A minha geração é constantemente bombardeada com casos de corrupção, infidelidade e violência. Seremos nós capazes de perceber que o poder da mudança vamos ser nós? Não pedimos para nascer aqui, ninguém nos perguntou se estávamos preparados, ou dispostos, para dizer NÃO, BASTA! Crescemos numa época de vacas gordas, será que seremos capazes de não as tentar engordar mas as fazermos nascer? Temo ser ainda mais negativa quanto à analise da falta de ética geral que encontro, mas não penso que a minha geração esteja alerta e preparada para tomar posições, muito menos, decisões. A maioria esconde-se da responsabilidade. Não a quer encarar, estão cegos, ou não querem ver simplesmente, porque é cruel demais para semi-formados jovens que tencionam ser grandes gestores, ou fazer grandes feitos na vida, aceitarem que nunca serão ou farão se lutarem por ideais superiores como o fim da especulação nos mercados financeiros.

A ética é o elemento fundamental para eliminar completamente situações económicos de crise futura e promover a sustentabilidade a longo prazo. Quando é que seremos capazes de aceitar isto e mudarmos?

(Inspirado no filme "Inside Job")

24 de abril de 2011
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5 de abril de 2011
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Esta é para ti... Penso que vais gostar

Taylor Swift - White Horse


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Oh tu...

Cá estou a tentar ganhar força para macroeconomia, isto anda a correr bem demais portanto decidi fazer uma pausa, daquelas com o kit-kat, se não fosse uma dessas amuava, vá-se lá pensar o contrário. BLAH!

A maior novidade de hoje é que a bunny finalmente tornou-se a princesa da lua, a nossa bunny e os episódios da navegante estão... Excelentes, as saudades que me trás da minha infância, ui quem me dera não ter crescido mesmo! Há quem critique eu e mais mil pessoas ao longo de Portugal inteiro da minha idade ver a temporada classic no canal panda. O meu pai sempre me disse que só me iria sentir adulta quando não tivesse complexos em fazer coisas de criança! (Silence 4 - Dying young)

Uma pequena mais alegria, vou postar umas músicas que ando a ouvir:

  • Adem - Long Drive Home (a versão acústica é muito melhor)

  • Bright Eyes - First day of my life

  •  Lifehouse - Take me away e You and Me (na realidade qualquer uma deles, são fantásticos)

  • Ingrid Michaelson - The way I am

  • Yann Tiersen - Comptine d'Un Autre Été

  • Sheila Nicholls - Fallen for you

MACROECONOMIA! (Spoon - The way we get by)


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A nossa Onda!


 

24 de março de 2011
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...da FACULTÉ!

 
 
 
 
 


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As verdadeirissimas fresquissimas fotos de BREAKING DAWN!




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"Actualizações"

Dados muito importantes da minha vida:

  • O Peter e eu andamos de dieta por diferentes razões: eu porque sou suficientemente frágil para suportar um copo de leite quente em jejum, o Peter por ter comido 4 eclerques seguidos. Hambúrguer da Lili!
  • Comecei finalmente de novo o meu voluntariado, agora no Centro Social da Foz, no jardim de infância, na sala dos Lírios, com os meus pequeninos de quatro anos e estou sempre desejosa para lá voltar, a contar horas e minutos: da última vez andei com as mãos verdes e nóduas de peixe nas calças durante quatro dias.
  • Eu e a minha equipa estamos a participar muito activamente no Management Challenge 2011, vamos ganhar... Juízo!
  • Comprei o meu primeiro disco rígido externo, em vermelho, lá está...
  • Contabilidade Financeira é "orgasmica" para mim como a Vera diz, vá-se lá saber, it's in my nature! 
  • A minha câmara fotográfica semi-nova, semi-usada, cor de rosa continua intacta!
  • Acabei o meu trabalho de sociologia sobre Marx e Durkheim, os meus novos amantes... UPS isto não era para dizer! 
  • Perdi o episódio mais importante da temporada um da Navegante da Lua no canal Panda... :((


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    Ser diferente é não ser igual

    21 de fevereiro de 2011
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    As Primeirissimas Fotos!!

    A noite de sábado na ribeira, a beber o nosso balde de Caipiblack (agora copos) e a comer amendoins... A dizer mal um do outro, a tentar aquecer e a rir que nem maluquinhos. Hihihihih Amo-te Kroll...


    O meu Bin Laden a tentar aterrorizar o resto do mundo... Ele e a sua palha! LOL (No KFC na noite em que fomos ver The Fighter... E quando compramos a famosa máquina!)
    A fazer caretas simplesmente porque me apetecia... (Enquanto me arranjavas o portátil... DE NOVO!)

    19 de fevereiro de 2011
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    A minha fantástica máquina nova,
    oferecida e escolhida pelo meu informático privado :D

    15 de fevereiro de 2011
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    A ARTE DE AMAR
    A ARTE DE AMAR
    A ARTE DE AMAR
    A ARTE DE AMAR
    A ARTE DE AMAR

    13 de fevereiro de 2011
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    Alguém mais?

    Uma coisa é certa... As pessoas não são originais. E por isso (e porque me enjoa), decidi este maravilhoso inverno não repetir mais uma vez o normal e ser original... Finalmente e quanto baste para marcar a diferença. E acabo por fim por aceitar a verdadeira noção de ser diferente, não sou mais uma, sou a uma para mim, porquê andar a fingir?

    BE HERMÈS


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    Am I the only place that you’ve left to go
    She cries her life is like
    Some movie black and white
    Dead actors faking lines
    Over and over and over again she cries
    I found a man I can trust
    And boy, I believe in us
    I am terrified to know for the first time
    Can you see that I'm bound in chains?
    I've finally found my way
    I am bound to you
    I am bound to you

    29 de janeiro de 2011
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    Stephenie Meyer - um caso de sucesso

    O sonho da história para o primeiro livro da saga bestseller Luz e Escuridão surgiu na noite de 1 de Junho de 2003. Stephenie conta: «No meu sonho, duas pessoas tinham uma conversa intensa num prado no meio da floresta. Uma das duas pessoas não era mais do que uma rapariga normal. A outra pessoa era de uma beleza fantástica, ofuscante... e um vampiro. Discutiam as dificuldades inerentes aos factos de estarem a apaixonar-se um pelo outro, enquanto o vampiro se sentia particularmente atraído pelo odor do sangue da rapariga e a muito custo se controlava para não a matar imediatamente.» Depois de uma infância mórmon assim como sujeita a uma educação restrita, já mãe de três filhos pequenos e esposa de "Pacho" (alcunha que dá ao marido), percebe que o sonho que teve foi forte demais para o esquecer, ou ignorar, e, começa assim, a narrar a situação no prado. Não sabia ela que, naquele preciso momento, nascera o primeiro livro de uma Saga com a mesma dimensão de Harry Potter por J. K. Rowling, com mais de 100 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo em três anos! Escreveu o livro com o intuito de não o publicar, de ser apenas para ela e para os seus três filhos, admitindo que escreveu bastantes linhas com Eri, o seu filho mais novo, enrolado nos seus braços. A procura dos nomes para as personagens principais não foi difícil: Edward inspirado por Edward Ferrars em Sensibilidade e Bom Senso de Jane Austen, clássico que a escritora adora, e Isabella, o nome escolhido para a filha que nunca teve. Os seus sonhos continuavam entretanto, «eram como vozes na minha cabeça», ao que ainda hoje, retém um bloco de notas e uma caneta na sua mesinha de cabeceira para anotar ideias ou pormenores que aparecem durante a noite. Escrevia e mantinha em segredo, estava muito envergonhada por dizer a Pacho que estava a escrever um livro sobre vampiros quando Emily, sua irmã, investiga e é a primeira a saber e a incentivar que esta procure uma agente. Enviou o livro a 15 agências diferentes e apenas uma respondeu positivamente, o que a deixou em êxtase, e finalmente contraiu contrato com uma editora por 750 mil dólares, um sucesso para uma estreia como escritora. O título inicial do primeiro livro era Forks, o que teria de mudar e, junto com a ajuda da sua agente, escolheu finalmente o nome substituto: Crepúsculo. Antes de Crepúsculo ser publicado já lhe tinham comprado os direitos de autor para um filme. O que acabou por acontecer algum tempo depois foi que o argumento, criado para a história no cinema, era completamente desajustado, sangrento e algo que Stephenie nunca quis. Com as negociações passadas para outra empresa, a actual, acompanhou de perto o processo de argumento, escolha de personagens, realização do primeiro filme. Tinha imaginado antes Harry Cavill no papel de Edward e Emily Browning no papel de Bella. Kristen Stewart foi primeiro seleccionada. O papel de Edward demorava a ser ocupado, concorreram bastantes actores sem perfil para representar o cavalheiro assustador, ao que prevaleceram apenas três, cuja selecção seria feita através da leitura de cenas diferentes com Kristen. Quando chegou a vez de Robert Pattinson, com a cena do beijo na cama, houve química imediata entre os dois actores. «Sentia-se a intensidade e a paixão» recorda Hardwicke. A entrega do papel de Edward a Rob gerou uma rebelião de fãs com uma petição pública online com mais de 75 mil assinaturas para o tirarem. A realidade é que no fim de semana de estreia de Crepúsculo este vendeu um auge de 70 milhões, o dobro dos custos de produção de todo o filme. A esmagadora vida de fama de Stephenie continuou, com a publicação de Lua Nova, Nómada, Eclipse, e Amanhecer, que gerou muitas críticas duras e difíceis para a dedicada escritora. Teve no futuro de ultrapassar mais problemas com a fuga do manuscrito do livro Minight Sun, o Crepúsculo segundo a perspectiva de Edward, publicado online e espalhado por todo o mundo. Stephanie Meyer é actualmente um dos nomes mais importantes da literatura contemporânea, uma mulher simples que vive as personagens e se apaixona por elas da mesma forma como nós nos apaixonamos pela forma como ela as interpreta nos seus livros - bendito sonho que nos permitiu entrar no seu mundo paralelo, sem querer de lá sair.


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    Stephenie e Eu

    A minha querida amiga Vera soube logo do que se tratava quando a enchi de informações sobre Meyer. Stephenie como agora a gosto de chamar. Perdi a tendência de a chamar de Meyer (o seu apelido), o que se deveu em parte por a ter "conhecido" (seria um sonho) através da leitura da sua biografia: A rainha do Crepúsculo. Afirmo deliciosamente que sou uma fã incondicional da Saga Luz e Escuridão, cuja leitura começou de uma forma pouco usual e violenta. O meu namorado diz-se apaixonado por Sétima Arte e, de facto, é o mesmo, tragicamente para mim que nunca terei coragem de acompanhar, em absoluto, mesmo que por muito esforço da minha parte, a sua mente vocacionada e direccionada para a cinematografia. É de tal forma interessante para alguém sonhador e, na maioria das vezes, tão ocupado com trabalho quanto eu, sair com uma enciclopédia ambulante que recita o nome dos autores com poupa e circunstância quando cita indeterminadamente filmes que nem sabia que existiam, que debate pretensiosamente os papeis do mais vil sujeito que interpretou a papel da quarta ou quinta personagem principal, e que, com um sorriso maléfico e tremendamente exuberante, faz desafios para eu adivinhar o nome de actores, músicas, filmes ou realizadores, ao mesmo tempo que debate o que receberá se não acertar. O cinema começou a fazer parte da minha vida como comer um hambúrguer da Lili todas as semanas, o meu namorado não deixa as coisas por meias medidas senhores, algo que me fascina, e que fez as idas a estreias, e o meu gosto enorme por cinema mais patente na minha viga vulgar, algo que a minha personalidade recebe com muita honra e deleite. Um noite como outra qualquer, o Peter (como lhe chamo sempre) perguntou-me algo que se viria um dia a arrepender: "Tabita gostas de Twilight?". Aquele novo som não era muito desconhecido mas sabia lá eu o que isso significava, ingénua como sempre. Logo, apercebeu-se de algo: eu nunca tinha visto Twilight... Uma semana depois girou a sua colecção de DVDs pessoal e entregou me um DVD para as mãos: "Tabita não tenho o primeiro, mas tenho o segundo filme." Lembro-me ainda da minha posição e de levar o DVD para casa não entusiasmada nem curiosa, apenas mais um filme interessante. Saberia lá eu que começaria naquela noite uma paixão escondida, um obsessão enorme, a minha primeira dedicação a uma pessoa como Stephenie Meyer. O Pedro lembra-se também disso, como direi mais à frente. Comecei com o primeiro filme, Crepúsculo, deduzindo que não tinha noção primeiro ver o segundo sem ver o primeiro. Era madrugada, por volta da uma hora, de um domingo para uma segunda. Vi Crepúsculo seguido de Lua Nova, sem dizer palavra, sem reacção. Quando o Pedro se levantou às seis horas da manhã, mandou mensagem de bom dia como sempre (estava a fazer recruta o que obrigava a que se levantasse todos os dias a essa hora e nunca as mensagens eram de bom dia, o meu passarinho sempre arranjou formas de escrever mensagens muito típicas e diferentes) e ainda hoje fala da primeira vez que lhe respondi passado segundos... Tinha ficado toda a noite presa ao ecrã do meu falecido computador, absorta, presa a uma realidade muito diferente da minha, que instantaneamente me prendeu, irrevogavelmente! Corri para a Fnac e comprei Amanhecer, o quarto livro da saga e último sem esperar para ver Eclipse, sem ler Eclipse, sem ler o livro dos filmes que tinha acabado de ver... Queria ler o fim, queria ver a história, queria devorá-la... Em três dias e meio acabei o maior livro da saga. Ri, sorri, chorei, agarrei-me a ele como se fosse eu própria uma personagem. Foi o melhor livro que alguma vez li. Desde sempre fui uma leitora compulsiva, a minha mãe sempre me elogiava a ler, coisa que eu adorava desde pequena. No meu escritório ainda jaz colecções inteiras que devorei em meses, comédias, diários, infantis e policiais. Ocupam parte significativa da estante e gosto de o gabar a convidados. Lembro-me de outro episódio que passei depois de ler Amanhecer. Depois de muito deambular pela Internet à procura de mais informação, que, por mais pequenina que fosse, esquentava o meu coração e o metia eufórico, decidi que gostava demasiado de Bella para a deixar já. Corri para a Fnac de novo e procurei a prateleira dos livros de Stephenie. Ainda me lembro onde estava (agora mudaram de sitio, apreciava o antigo). Ocupava duas prateleiras inferiores do primeiro balcão dos livros de ficção. Sentei-me no chão e, como se tivesse numa mercearia a escolher fruta, comecei a pegar um de cada. Nómada, Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse, Biografia... Lembro-me de os carregar pela Fnac até que me fartei e fui buscar um cesto (algo que também mudou entretanto). Não conseguia mais com o peso, os livro enrolados nas minhas mãos davam-me pelo pescoço e as pessoas olhavam-me como se fosse mais uma adolescente perdida nos seus muitos problemas existenciais. Com orgulho, sai de lá com um saco pesado em cada mão e fui para casa... Comecei a ler. Nunca mais fui a mesma nesses dias seguintes, a minha vida girou a volta da vida de Bella e lia até quatro e cinco de madrugada, sentia as mesmas emoções descritas em Bella, cheirava os mesmos lugares, ria-me de Jacob, sorria com Edward. Vivi apaixonada por Edward em Crepúsculo, chorei com Bella em Lua Nova, ri-me do beijo precipitado de Jacob com Bella em Eclipse. Acabei a saga Luz e Escuridão numa semana. Nunca mais deixei de admirar Stephenie Meyer - a escritora da saga e mãe calorosa de três filhos. Depois de ler o manuscrito perdido de Minight Sun que a minha amiga Vera e, maior fã que eu, me cedeu em português, e depois de repetidas leituras das minhas partes favoritas de todos os livros da saga até à exaustão, dediquei-me à fonte de tal inspiração. Alguns dados que gostaria de partilhar sobre Stephenie são ela como uma pessoa formidável, de grandes princípios morais (o que se denota na saga), uma mãe simples e dedicada. Toda esta fama começou com um sonho... E mais não digo pois quando terminar o livro, a sua biografia, terminarei também o meu texto... Até lá um caloroso obrigada Stephenie por me contagiares pela tua visão.


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    O jovem índio

    Desde pequena que ouço o meu pai contar as histórias mais engraçadas de sempre, ou acabando numa piada tão seca que somos forçados a rir só de olhar para o riso dele ou para os olhos dele abertos, esbugalhados a olhar-nos (parece que vejo agora a expressão dele, com a cara um pouco rosada e a dizer que 'sim' com a cabeça), ou então lições educativas, às quais a mesma expressão que faz ele quando conta as piada secas faço eu agora, estupidamente igual... E uma das histórias que conta sempre quando reprovo a um exame ou quando me esforço muito para algo e não consigo é esta que vos conto de seguida.

    Havia um jovem índio que sonhava que um dia haveria de acertar com uma flecha numa estrela. Tentava arduamente, apesar de todos à sua volta o considerarem maluco e gozarem com ele. Mesmo assim ele nunca desistiu e mandava flechas e flechas para o ar com o intuito de alguma chegar a uma estrela. Certo dia, o líder índio da tribo, quis casar a filha com um índio que estivesse à altura e o substituísse na poderosa responsabilidade de liderar a tribo. Depois de muito pensar, resolveu por fim fazer um concurso: quem lançaria a flecha mais alta ganharia.

    Não preciso de continuar a história... Todos sabemos quem ganhou, o jovem índio maluquinho que muito treinou em alcançar uma estrela e, pela sua perseverança, conseguiu atirar a flecha mais alta. A lição no meio dos índios e das flechas resume-se a uma frase muito simples:

    Mesmo que não imediatamente ou que a maioria não acredite em nós, o nosso esforço é sempre recompensado.

    20 de janeiro de 2011
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    Ao nosso futuro!

    Tinha de postar, hoje principalmente, porque é um dia horrível para muitos estudantes que conheço, para a minha querida amiga Vera, o nosso amigo João e outros amigos (não por causa das cheias no Brasil ou da morte de Carlos Castro) mas porque Microeconomia será sempre o nosso calcanhar de Aquiles. Hoje mostrou ser mais do que apenas uma fraqueza, uma desilusão depois de muito estudo. Deixo, a quem este dia realmente significa mais uma ante-visão de mais e pior sofrimento em volta de livros, gráficos e exames, discussões com o namorado e sonhos abstractos sobre questões de exame (a realidade é que os tive e sonhei que ia mesmo falhar), as frases de esperança com que a minha mãe me consolou:

    "Já passaste por coisas piores, esta é só mais uma má."

    "Não vais desistir."

    "Vais conseguir."

    "O que importa é a atitude agora."

    "Vais para a frente, porque tu vais andar."

    Espero que também vocês possam ser consolados e que arranjem força interiormente para uma nova esperança, determinação e força. Saberemos que falhamos mas está nas nossas mãos ganharmos ainda mais. Sabemos qual o sentimento e não iremos permitir que soframos de novo. A todos vocês força pelo nosso futuro! Bom Estudo e ROCK US para os meus amigos (o nosso grito de guerra)...

    17 de janeiro de 2011
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    E se...

    Por vezes, e passo já a referir que adoro começar as minhas reflexões por "por vezes", acho-o romântico e muito apelativo, não que romântico e apelativo esteja de alguma forma relacionado com "por" e "vezes". Só porque a maioria dos textos românticos começam por "por vezes" e falam de coisas apelativas... Para alguns. Tal como Meredith Grey diz: "não muitas vezes, mas de vez em quando, algumas coisas falam por elas mesmas", que penso que é o caso da palavra "por vezes" - poderemos sonhar em escrever uma infinidade de pontos inúteis só porque começamos com a palavra "por vezes", e o que, possivelmente, tornará o texto simplesmente fantástico... Para alguns. Recomeçando...

    Por vezes é difícil recomeçar. Por vezes é tão difícil que se torna impossível. E por vezes é melhor não pensar em recomeçar e continuar a viver em negação... Para alguns. Há quem ainda julgue, e tenha a esforçada intuição que recomeçar é essencial. De preferência quando falamos em seres humanos. Aqueles medíocres animais racionais que vivem a vida dentro de limites todos os dias, dias e dias e dias, enfim... Sem os ultrapassarem... Sem quererem tão pouco... Para alguns. Viu algum destes por aí? Não se preocupe, se vir um, ignorei-o, é uma boa técnica de lidar com eles e sabe que mais? Despeça-o. Isso mesmo, "bye bye bonitão". Despeça-o com muita classe. Algo que aprendi, e digo-o já, com muito sofrimento, nos meus apenas tenros 20 anos de plena existência confusa e deprimente, é que o impossível é um treta. Recomeçar é a verdadeira essência do nosso poder. Reconhecer que temos de recomeçar não só é um passo mas metade do processo. Recomeçar deveria fazer parte de nós como água faz parte no nosso corpo. Típico como detestamos mudanças - apenas 2% concordam em mudar quando lhes é pedido. Mudar é difícil, insuportável, mas não impossível porque o impossível é nada. Mudar é ter coragem para suportar diferenças e aceita-las assim como a nossa própria opinião, sentimento, atitude e até estilo de vida. Dar um passo em frente para nos desenvolvermos internamente. Quem terá coragem? Alguns.

    16 de janeiro de 2011
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    ...odeia-me...

    Hate me today...
    Hate me tomorrow...
    Hate me so you can finally see what's good for you.
    (Blue October - Hate Me)

    14 de janeiro de 2011
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    Sorriso Tímido

    Sinto a tua falta, de uma maneira estranha... Comedida mas sempre presente. Impossível estares presente mas, é a tua ausência, deixou de ser doce. Deixei de pensar nela como temporária para a considerar uma ameaça ao meu equilíbrio emocional. A maldita :) sei que estas a tentar concertar-te, das muitas possíveis formas que encontrares por ai sem mim, quem sabe até não e estas é a tentar reparar esta caixa de vento, inconstante e insensível... Hoje à noite saí, fui comprar um rato para o portátil porque, nem sei como, destruí o wireless do outro... Só mais um para meter na lista dos desgraçados equipamentos electrónicos que foram parar às minhas mãos! E acho que não estavas pela Fnac como eu, porque olhei vezes sem conta a alucinar, provavelmente poderias aparecer a qualquer momento com o teu sorriso tímido, quem sabe?! Tal não aconteceu, se aconteceu ainda continuo a sonhar, não tenho dormido muito nas noites passadas portanto é normal estar concentrada... No sono e nas outras muitas coisas que não estou muito afim de incluir mais no meu monólogo. No meio de ilusões (vou fingir que não vou dizer isto, acho que me vou arrepender), comprei finalmente, depois de umas pesquisas profundas sobre o assunto, a tua prenda para quarta, a pensar ingenuamente que poderia substituir-te e o pedaço de papel retribuir o sorriso que faltava! Com isto em mente (e borbulhando a incandescente lama dentro do meu ser irritante para não enviar mensagem), quando cheguei e olhei de novo o embrulho... Estava certa que só não tinha esperado pelo dia anterior para o comprar, como é meu hábito, porque havia ali alguma coisa que não batia certo. Porque te queria em vez da prenda, e o meu ego desesperante por ti fez me decidir quanto ao embrulho! Honestamente, vou-me mesmo arrepender, a sinceridade contigo funciona de forma diferente das outras pessoas: os outros apreciam-na, tu abominas porque simplesmente pensas que são mentiras (regra geral)! Nada de especial para citar agora, já que estou a ir tão bem... Espero eu! Quando ia pegar na pílula para a tomar percebi que não estava ali mais, porque deitei a caixa fora! Agora é o momento em todos exclamam indignados: "Ai que maluquinha!". Meus tontos leitores deitei-a fora simplesmente porque acabou e porque SÓ vem aí a pior altura do mês. Mas o teu consciente poderá replicar pensativo: "os últimos meses correram bem...". MAS, e o mas aqui é muito importante, os últimos meses não tiveram o factor chave para o meu irresistível estado... SÓ os exames! Portanto, olhei para a tua inofensiva prenda e percebi que afinal a culpa não era só tua... Só tua e que com esforço (muuuuitoooo) poderíamos negociar as percentagens de culpa. A música por aqui está a pedir que te diga... (Coldplay - The Scientist) Muitas coisas desconfortantes... Muitas coisas desconfortantes tais como:

    Come up to meet you...
    TELL YOU I AM SORRY!
    You don't know how lovely you are...


    E entre borboletas dentro do coração como diz Meyer e apesar de não diminuir a minha culpa, e as consequências amargas (herrr!) - D E S C U L P A  P E T E R !

    Nobody said it was easy...
    No one ever said it would be so hard.
    I'm going back to the start!

    Por isso, Amo-te dono cruel do Sorriso Tímido... Espero por ti até melhorares... Para poder massacraste com a prenda que ainda não me compraste e aturar as tuas birras quando te puxar para o Japonês; ouvir os teus muitos pensamentos pessimistas sobre tudo o que de mau poderá acontecer a ti e ao mundo, para te contar os meus mais recentes projectos para as nossas férias juntos e para te preparar para algumas melhorias! Adoro-te sabes? Esse é o maior problema aqui. Esse é que deveria ter 100% da culpa sem dúvida! Finalmente, Blink 182 - I Miss You:


    I miss you, I miss you...
    Where are you and I'm so sorry!
    I cannot sleep, I cannot dream tonight.



    13 de janeiro de 2011
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    A vida move-se, assim como nós, sem parar e sem até perguntar se gostamos que assim seja...


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    Seres esquesitos e simples demais

    A nossa existência mortal em nada se compara à contada por livros, romances escritos com vista a alimentar esperanças nos corações dos leitores de uma vida igualmente perfeita, tal como a personagem que fala em discurso próprio ou a quem o narrador descreve como um desastre. Romances que tencionam esquentar os nossos sonhos e iluminar, com um pouco de paz e felicidade, os dias em que vivemos esse tal maravilhoso romance como se fossemos nós próprios a protagonista. O que acontece na vida real é de todo muito diferente, porque aqui não há pedidos de casamento, a personagem ouve Pendulum e não Debussy e, porque simplesmente não podemos retirar passagens inteiras de idas à casa de banho, almoços, jantares, trabalho, estudos, compras, e transito, é monótona, lenta e incrivelmente imprevisível. Humana demais. Porque é o perfeitamente excluído num livro que torna a vida contada atingível para meros leitores. Não faria bem ao ego aumentado da escritora e sucessivamente à comissão vendida de romances. O tempo aqui não para, a vida é de tal modo horrorosa de tão simples e banal que escrever um livro com ela não arrastaria multidões como Meyer. Somos seres reais de mais infelizmente.

    11 de janeiro de 2011
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    Depois de uma exaustiva procura detalhada tal como instintiva (só de dizer isto até já me sinto cansada) no web-site da Fnac sobre máquinas compactas e híbridas (seja lá o que isso significar), e depois de muitas ver e rever, comparar as definições que quase não interpreto, só quando estava prestes a desistir abri para lá uma página que me fez parar.
    Primeira reacção: Uau!
    Segunda reacção: Até tem uma tampinha que sobe e desce!
    Terceira reacção: É sony, está na moda!
    Quarta reacção: Toda a gente queria ter uma igual!
    Quinta reacção: É esta a minha máquina!
    Sexta reacção: Ai o preço...

    A câmara dos meus sonhos:
    Sony Cyber-Shot DSC-TX9H

    10 de janeiro de 2011
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    EU

    Olho as teclas, sinto me indiferente ao que vou escrever, cada dedo meu carrega em cada uma delas, espera sensações, algo melhor para escrever do que confusão... Não arranjará, hesitam e sabem que o coração não responde ao apelo sincero de histórias e sentimentos bem terminados. Há dias nos meus dias em que preferia apenas contar as horas passar e deixa-las fluir, livre de pensamentos e culpas, de projectos e apetites. Seria melhor te-los sem perceber quanto custam. Melhor ser amado do que amar, amar custa. No meu dia mudaria tudo, a primeira coisa a fazer simples e reconfortante: um banho de emersão, com a banheira cheia, cheia de água quente, a ferver e o ar abafado pelo termoventilador no máximo, com o mp4 preto numa mão e a outra a amparar a cabeça para não deixar o cabelo escorregar. Mudaria a minha hora de acordar, acordei as 16 da tarde, mudaria para as 10h da manhã, e depois do meu banho, meteria o meu pijama mas confortável junto com as minhas piugas azuis atadas a uma cabecinha de cão e cantarolava para a cozinha... Meia de leite com café acabadinho de fazer, a cápsula amarela da nespresso, ainda me lembro, deve fazer um ano quando fui persuadida a consolar me pela minha mãe a um pequeno almoço como nunca, dois anos quando podia ainda. Acompanhada com uma torrada fina e enorme cheia de manteiga. Só de pensar no cheiro que ficaria na cozinha, uma mistura de café com algo abafado acabado de cozinhar, o cheiro a algo reconfortante logo pela manhã, sinal absoluto de um começo de dia perfeito. Retornaria ao quarto, depois de me despir e ficar só em cuecas, a meia de leite fez-me ficar quente. Entraria de novo na cama para me aninhar e ler de novo amanhecer, as partes que mais gosto, personagens de Meyer cobiçados por metade do mundo que me dão sonhos em dias difíceis. Nada de people and living nem Crónicas Minhas nesse dia, apenas eu e o mundo. Sairia da cama de novo, agora pela segunda vez e na varanda gritaria... E sem aturar pessoas, iria passear, cheia de roupa e de sapatilhas, ao longe parecida com uma bolinha de gelado confusa, até encontrar um sítio calmo, com muito sol, amplo, confortável e brilhante para estudar introdução ao estudo da empresa. Pelas 17 horas da tarde parava e suspirava fundo. O vento tinha mudado até ao último suspiro, agora era tempo de parar para pensar e ver o sol a pôr-se entre o céu e o mar. Tal como me espera a vida, dois domínios diferentes e únicos dados a escolher, uma só escolha quando deveriam ser duas. Penso que durante o tempo em que ocupo o meu tempo com coisas fúteis e desnecessárias como mecanismo de auto-defesa, nunca me pergunto o que quero eu. Retornaremos ao pôr do sol, o humano vê-lo escolher entre o dia e a noite, obrigado a ser visto num lado apenas e nunca em ambos. Já, alguma vez, ponderamos se o sol quer ambos os lados? Falta a minha opinião, liberdade para amar todos ao mesmo tempo, porque eu consigo todos de uma vez.... Todos, todos, falta-me eu. Apenas eu, como até aqui do meu dia. Já é noite e apetece-me dormir na rua a ver o mundo girar. Corro aos saltos e a rir-me alto pela marginal até à Lili, "um hambúrguer com ovo". Quando me viro receosa de mais uma negação, vejo quem amo a sorrir. Não só ele, mas todos. À minha volta a gozarem com a minha voz e cara a pedir mais um. Abraço-os a todos, um a um, apertando os muito, a sorrir e com os olhos fechados. São a minha família, os meus amigos, as pessoas que partilharão de tudo o que for meu como se fosse deles. Um jantar bem passado recomendado pelos tempos, o tempo suave embalou durante horas o convívio, seguido de muita festa, risos histéricos, danças estúpidas e piadas secas com a promessa do próximo dia não ser tão feliz mas um de memórias recentes.

    Sabemos sim que nunca acontecerá, que as minhas escolhas nem sempre foram as melhores e que nutro sentimentos difíceis de perceber que me arrastam para a solidão nos dias de dias. Os olhos de muitos olham-me com criticas duras e tecem comentários rudes. Olham-me como se errasse, como se eu mesma fosse arrogante demais para reconhecer os meus erros e um ser intocável, uma boneca de porcelana que nunca ficará sem batom com o tempo. Porque só me conseguem ver assim, e a minha fraqueza é mais profunda do que um ser anónimo pálido. Sou tão frágil e influenciável emocionalmente que todos me pisariam sem articular uma frase completa. Ainda se atormentam com as minhas duvidosas razões, ainda não confiaram no poder do meu amor. E eu sou um ser, infelizmente ainda e continuarei a ser.

    9 de janeiro de 2011
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    No regrets

    Recomeçar num outro mundo longe deste resolveria todos os meus problemas. Ponto final. Ponto Final. Ponto Final.


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    Por muito que nos custe admitir, há momentos que tememos não ter força suficiente para lutarmos por quem queremos ser ou por quem deveríamos, segundo o nosso olhar tendencioso, muitas vezes fruto da imaginação de outros. A dificuldade vem de analisar o futuro não como criação pessoal e colme de emoções de uma passado vivido, mas com curiosidade e muita expectativa. Passo a ilustrar… Quando caímos de uma escada e partimos a perna, faz-nos falta a pobre coitada, que não era coitada até então, ignorávamos que ela lá estava a maior parte dos dias, mas passa a ser… E de uma maneira apelativa e forte, a nossa atenção passa a ser a cura dela, da pobre coitada… Só ai percebemos a real importância da perna, porque nos faz falta andar com ela. Se tivéssemos tido cuidado com a escada, ou até se não subíssemos por ela acima, se nem sequer pensássemos em sair de casa porque é muito perigoso e até sonhamos com aviões, tornados, furacões, fogo, cheias ou trovões, que poderão atingir a nossa preciosa casa e magoar a nossa preciosa vida, bem aí, e só aí atingiríamos a combinação perfeita da maior insensibilidade que poderemos atingir. Bla bla bla, vou meter por miúdes… Quando perdemos, ou quando somos forçados a abandonar algo, entendemos por fim, e mediremos o impacto, da falta que nos faz. Se não perdermos nunca saberemos, porque não ultrapassamos, não sentimos, e a imaginação não é fértil que chegue. Portanto, por muito que nos custe, darmos o braço a torcer e fazermos figas para que nada nunca nos falte, é na ausência que poderemos reflectir o quão gratos somos agora por poder ter.

    7 de janeiro de 2011
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                                                                          19 DE JANEIRO

    3 de janeiro de 2011
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    As melhores citações de Anatomia de Grey

    • "You are eight feet tall. Your boobs are perfect. Your hair is down to there. If I was you I would just walk around naked all the time. I wouldn't have a job, I wouldn't have any skills, I wouldn't even know how to read. I would just be... naked." (Cristina Yang)
    • "Well we went through the scariest thing a person can go through and we survived. So now everyday's just a gift." (Cristina Yang)
    • "We're adults. When did that happen? And how do we make it stop?" (Meredith Grey)
    • "We all want to grow up. We're desperate to get there. Grab all the opportunities we can to live. We're so busy trying to get out of that mess, we don't think about the fact that it's going to be cold out there. Really freaking cold. Because growing up sometimes means leaving people behind. And by the time we stand on our own two feet, we're standing there alone." (Meredith Grey)
    • "They say lightning never strikes twice, but that is a myth. It doesn't happen often, lightening usually gets it right the first time. When you're hit with 30,000 amps of electricity you feel it. It can make you forget who you are. It can burn you, blind you, stop your heart. And cause massive internal injuries. But, for something that happens in only a millisecond, it can change your life forever." (Meredith Grey)
    • "Sometimes doing something is worse than doing nothing." (Meredith Grey)
    • "Nobody chooses to be a freak. Most people don't realize they're a freak until it's way to late to change it. No matter how much of a freak you end up being, chances are there's still someone out there for you. Unless of course, they've already moved on. Because when it comes to love, even freaks can't wait forever." (Meredith Grey)
    • "Maybe we're not supposed to be happy. Maybe gratitude has nothing to do with joy. Maybe being grateful means recognizing what you have for what it is. Appreciating small victories. Admiring the struggle it takes to simply be human. Maybe, we're thankful for the familiar things we know. And maybe we're thankful for the things we'll never know. At the end of the day, the fact that we have the courage to still be standing is reason enough to celebrate." (Meredith Grey)
    • "Maybe we like the pain. Maybe we're wired that way. Because without it, I don't know; maybe we just wouldn't feel real. What's that saying? Why do I keep hitting myself with a hammer? Because it feels so good when I stop." (Meredith Grey)
    • "Look at this. Everybody wants a life without pain. And what does it get you? She needs to be on a poster somewhere to remind people, pain is there for a reason." (Miranda Bailey)
    • "It's a beautiful day to save lives. Let's have some fun." (Derek Shepherd)
    • "Communication. It's the first thing we really learn in life. Funny thing is, once we grow up, learn our words and really start talking the harder it becomes to know what to say. Or how to ask for what we really need." (Meredith Grey)
    • "Biology says that we are who we are from birth. That are DNA is set in stone. Unchangeable. Our DNA doesn't account for all of us though, we're human. Life changes us. We develop new traits. Become less territorial. We start competing. We learn from our mistakes. We face our greatest fears. For better or worse, we find ways to become more than our biology. The risk of course is that we can change too much to the point where we don't recognize ourselves. Finding our way back can be difficult. There's no compass, no map. We just have to close our eyes, take a step, and hope to God we get there." (Meredith Grey)
    • "Being a hero has it's price" (Cristina Yang)
    • "At the end of the day, when it comes down to it, all we really want is to be close to somebody. So this thing, where we all keep our distance and pretend not to care about each other, is usually a load of bull. So we pick and choose who we want to remain close to, and once we've chosen those people, we tend to stick close by. No matter how much we hurt them, the people that are still with you at the end of the day - those are the ones worth keeping. And sure, sometimes close can be too close. But sometimes, that invasion of personal space, it can be exactly what you need." (Meredith Grey)
    • "At the end of the day, there are some things you just can't help but talk about. Some things we just don't want to hear, and some things we say because we can't be silent any longer. Some things are more than what you say, they're what you do. Some things you say cause there's no other choice. Some things you keep to yourself. And not too often, but every now and then, some things simply speak for themselves." (Meredith Grey)
    • "At the end of the day faith is a funny thing. It turns up when you don't really expect it. It's like one day you realize that the fairy tale may be slightly different than you dreamed. The castle, well, it may not be a castle. And it's not so important happy ever after, just that its happy right now. See once in a while, once in a blue moon, people will surprise you , and once in a while people may even take your breath away." (Meredith Grey)
    • "At some point, you have to make a decision. Boundaries don't keep other people out. They fence you in. Life is messy. That's how we're made. So, you can waste your lives drawing lines. Or you can live your life crossing them. But there are some lines... that are way too dangerous to cross." (Meredith Grey)