Archive for junho 2011

CUCU!

CUCU! Para os que não sabem e os seguintes esta é a expressão mais dita aqui em casa. Ah pois é, somos todos os cucus... Sempre que entramos em casa ou numa divisão da casa temos por habito dizer CUCU para que as outras pessoas que estão já dentro saibam que chegamos e que estamos felizes por chegar. Sempre que dizemos cucu é com alegria e um grande sorriso, estamos felizes por chegar e expressamos a nossa enorme vontade de estarmos uns com outros. Aqui em casa somos uns maluquinhos bem sei mas é a nossa maneira, it's our way!

A minha mais recente vitória foi ultrapassar as teorias éticas todas até as 23:48, hora a que escrevo este texto. Amanha tenho de novo exame: Filosofia Social e Ética. Quero tirar uma boa nota, quero que me suba a média mas não espero muito dali visto que a correcção é muito inconstante, quando corre pior é que as notas são altas. Va-se lá perceber aquele mundo ultra-sónico em que vivem os humildes filósofos! Sou de ciências, nem de economia sou, I SUCK ON THIS! Mas cá estou eu a fazer um esforço serio para a minha nota... A teoria de Levinas é bem real quanto a esta cadeira (quem a conhece mesmo vai achar graça), se não vejam só:

  • É estrangeira para mim, a malandra passa-me ao lado sempre!
  • Vem do exterior, daquele mundo ultra-sónico;
  • Impõe-se a mim como gente grande (Oh Yeah!), nunca a quis mas foi-me obrigada (come e cala);
  • É singular, não há uma cadeira tão sónica como esta;
  • Tenho uma forte responsabilidade para com ela mesmo que não queira, a minha nota (Blah);
  • "Ei-me aqui", ou seja, estou completamente ao serviço dela, sou do tipo cadeira-ó-dependente;
  • A minha resposta não depende da resposta dela porque quando mais me esforço menos sei como bem dizia o meu amigalhaço Sócrates (não é o Socas, é o Sócrates!);
Como dá para ver, e bem, Emmanuel Levinas não era assim tão doido como todos nós pensamos.

Back to die, back to ethics life! (Até rima a Maria Clandestina)

Queria poder rimar com algo mais feliz mas actualmente não vai dar até dia 20 de Maio que será o fim da rima e o começo da prosa! Até lá bons estudos a toda a esfera universitária e não facilitem... E já agora, a partir de dia 20 se me quiserem contactar telefonem para o apoio ao cliente do Norteshopping.

Ao meu anjinho papudo Parabéns! Amanha festejamos nos Kebabs e nos copos de vodka da ribeira ihihihih e sábado lá estarei, sempre a ver telemóveis!

8 de junho de 2011
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Ao ano da determinação!

O meu primeiro casamento foi uma tristeza a todos os níveis. Se há remorsos neste mundo devem estar concentrados aqui mesmo à porta. Tudo porque me vi no reflexo de um copo de vidro. A imagem saiu distorcida e quando olhei melhor de volta e me apercebi que não era bem aquele o meu eu perdi a coragem de enfrentar os meus erros. E só soube chorar porque não conseguia desfazer-me mais do peso que fui metendo aos ombros aos poucos e com o passar do tempo. Perdi já à muito esse peso, já fez um ano. O mundo não nasceu cor-de-rosa, todos o fazemos porque as cores reais são mais azedas. Mas nessa altura esperava ainda que isso não fosse verdade. Nestes tempos actuais sou mais digna de mim, tento sempre ver-me ao espelho: reflicto muito sobre quem sou, o que me fez chegar aqui e que peso quero acrescer a mim. Consegui fazer isso muito dificilmente porque apenas conseguia ver relances do meu verdadeiro eu. Olhar para mim e persistir em olhar é sempre terrível. Hoje sei quem sou, o que me completa, onde não gosto de estar, quem amo, e isso é um grande começo para me começar a recompor de novo como a lembrança que pretendo deixar.

Esta que acabei de descrever foi a tarefa mais desgastante que alguma vez enfrentei, o caminho foi extremamente penoso: os meus erros foram aumentados à expoente e fui responsabilizada pela expressão. Lamento muito não me ter visto ao espelho à mais tempo, tinha poupado tanto, tanto sofrimento. Ainda me é difícil seguir apenas quem sou eu. Sei que daqui a mais um ano serei capaz de me seguir. Este percurso fez de mim alguém diferente, com mais defeitos e mais fria e rígida. Não define a minha essência mas influenciou os meus comportamentos com outros de uma forma drástica. Agora não tenho medo de dizer 'odeio-te'.

Escrevi isto apenas para mim pois quero assinalar este momento com muito orgulho pela coragem que demonstrei no último ano. Para o próximo ano quero ter orgulho na minha determinação.

Àquele que compreenderá este meu texto, penso que o único, desejo agora ter seguido o teu concelho naquele horrível dia de manhã. Mas não consegui porque era fraca. Consegui ganhar a coragem que precisava graças a ti, o meu amor por ti impulsou-me e retirou de mim todo o medo ao qual me escondia. Sei que te apercebeste, estava a lutar pela minha felicidade e saiu de mim naturalmente. Sabes o que era, notas a diferença, não sou a mesma e nunca voltarei a ser mais aquela que conheceste. Agora riu-me de tudo o que passou, sofri muito bem sabes mas nasci mesmo para te amar e não vi isso no copo de vidro. Este foi o meu caminho e espero sempre realçar o que de melhor ele me fez ser.

Agora finalmente, ao próximo ano, o ano da determinação!

7 de junho de 2011
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Premier Trailer Breaking Dawn parte 1

http://www.imdb.com/video/imdb/vi4233010457/


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A recompensa de ser voluntário

Hoje foi o Encontro Anual da CASO (Católica Solidária). Digo, com muito orgulho, que uma das melhores decisões que tomei foi inscrever-me sem receios logo no primeiro semestre de curso na CASO. Lembro-me ainda de deixar o Pite e conduzir até à primeira apresentação, já à muito que olhava o folheto indecisa porque sempre me custou integrar-me num ambiente desconhecido. Normalmente fico muito nervosa, custa-me iniciar conversas e conviver com pessoas que não conheço bem, sempre fui muito tímida mas tento sempre ultrapassar essa minha dificuldade e com o passar dos anos evolui imenso quanto à minha timidez. Mesmo assim nada me impediu de manipular a minha mente a não me envolver, a desprezar o papel com a data e hora da primeira apresentação. No próprio dia já tinha dito a todos que iria mas ainda sentia algo a puxar-me no sentido contrário. À medida que conduzia dizia para mim que ia conseguir, que aquilo era para mim, que se haveria alguém que pertencia ali era EU. Lembro-me de estar já escuro e de me sentir bastante sozinha.

No final de um ano cheio de experiências de voluntariado, participação em todas as campanhas do Banco Alimentar e muitos amigos novos, digo-o, e com orgulho, que esse dia foi decisivo no impacto que sempre desejei ter na minha comunidade. Existem pessoas que elogiam toda a vida o trabalho de voluntários, oiço imensas pessoas dizer que um dia gostariam de também de o ser, que temos de nos unir para ajudar outros principalmente agora que muitas pessoas ingressaram na vida de sem abrigo. A realidade e que os ouço falar mas apenas falam, pois somos nós, os voluntários da CASO e de outras instituições de solidariedade que fazemos esse trabalho e damos de nós. E hoje fomos recompensados pelo nosso maravilhoso esforço, somos tão poucos mas uma força enorme.

Recebi uma menção honrosa das mãos do Director do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa (e dois beijinhos) e uma cartolina enorme com todas as impressões das mãozinhas dos meus pequeninos do Centro Social da Foz que vou emoldurar e colocar como quadro no meu quarto. Quando a recebi veio de repente as lágrimas marotas de alegria e de carinho pelos meus pequeninos. Reconheci todas as mãozinhas deles e a mensagem no meio marcou-me ainda mais: "Nunca te esqueceremos, sala dos Lírios".

Existe algo que fui dando conta ao longo do meu voluntariado este ano passado e que foi, posso assim dizer acreditem, a maior lição deste ano: Quem ajudamos precisa de nós e, contrariamente ao que era de esperar, nós precisamos de quem ajudamos. Não é tão estranho esta espécie de relação de dependência? Sempre pensei que tal não acontecia, que as experiências que ouvia eram exageradas e que nunca um dia poderia adorar o meu serviço voluntário. Enganei-me e "cai" numa das maiores armadilhas para o meu sistema emocional: amo os meus pequeninos como se fosse uma irmã mais velha, ouvi-los gritar o meu nome quando entro todas as semanas na sala, vê-los a correr a chorar no recreio para mim como a pessoa que confiam e os ajuda, vê-los rir e estenderem a mãozinha para mim é uma sensação que nunca poderei meter em palavras. Eles conquistaram-me e para o ano continuo a viver os seus cinco anos de idade. Poderia continuar e descrever em linhas e mais linhas tudo que de bom eles me dão, mas nunca poderei explicar o sentimento de satisfação pessoal e de carinho aquelas minhas pestes me fazem sentir.

De seguida tivemos pequenos teatros representativos de todas as bolhas. Na CASO existem sete bolhas: Sem abrigo, Crianças Saúde, Porto Futuro, Crianças, Mais Crescidos, Vidas Especiais e Terra dos Sonhos. Cada uma ajuda um determinado tipo de pessoas, ou seja, sem abrigos, crianças hospitalizadas, adolescentes com acompanhamento escolar especial, crianças órfãs, abandonadas, com poucas possibilidades ou com pais presos, idosos e deficientes. Cada pessoa reflectiu e partilhou com outros perguntas chave que nos eram colocadas com o decorrer dos teatros com partilha de experiências e opiniões sobre o nosso trabalho. Depois de um jantar com petiscos trazidos por nós (passei a tarde a preparar duas grandes travessas de pãozinho com presunto e salgadinhos), convivemos com os nossos amigos e trocamos conselhos e rirmos de situações engraçadas do nosso trabalho.

Foi um fim de tarde perfeito com tudo que de melhor a nossa universidade aqui no Porto pode ser. Já o disse, uma das melhores decisões da minha vida foi fazer parte desta instituição. Não somos meras pessoas sem vontades e a que nada custa, deitamos suor de nós para ajudar outros, este serviço tem momentos azedos como já os tive, e muitos, no meu primeiro semestre. Mas estou a elogia-lo porque ele assim o merece, aquilo que fazemos é mágico, e nada nem ninguém retirará o nosso louvor hoje e sempre: o nosso serviço voluntário.


 
 
 

2 de junho de 2011
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As melhores citações de Anatomia de Grey

  • "You are eight feet tall. Your boobs are perfect. Your hair is down to there. If I was you I would just walk around naked all the time. I wouldn't have a job, I wouldn't have any skills, I wouldn't even know how to read. I would just be... naked." (Cristina Yang)
  • "Well we went through the scariest thing a person can go through and we survived. So now everyday's just a gift." (Cristina Yang)
  • "We're adults. When did that happen? And how do we make it stop?" (Meredith Grey)
  • "We all want to grow up. We're desperate to get there. Grab all the opportunities we can to live. We're so busy trying to get out of that mess, we don't think about the fact that it's going to be cold out there. Really freaking cold. Because growing up sometimes means leaving people behind. And by the time we stand on our own two feet, we're standing there alone." (Meredith Grey)
  • "They say lightning never strikes twice, but that is a myth. It doesn't happen often, lightening usually gets it right the first time. When you're hit with 30,000 amps of electricity you feel it. It can make you forget who you are. It can burn you, blind you, stop your heart. And cause massive internal injuries. But, for something that happens in only a millisecond, it can change your life forever." (Meredith Grey)
  • "Sometimes doing something is worse than doing nothing." (Meredith Grey)
  • "Nobody chooses to be a freak. Most people don't realize they're a freak until it's way to late to change it. No matter how much of a freak you end up being, chances are there's still someone out there for you. Unless of course, they've already moved on. Because when it comes to love, even freaks can't wait forever." (Meredith Grey)
  • "Maybe we're not supposed to be happy. Maybe gratitude has nothing to do with joy. Maybe being grateful means recognizing what you have for what it is. Appreciating small victories. Admiring the struggle it takes to simply be human. Maybe, we're thankful for the familiar things we know. And maybe we're thankful for the things we'll never know. At the end of the day, the fact that we have the courage to still be standing is reason enough to celebrate." (Meredith Grey)
  • "Maybe we like the pain. Maybe we're wired that way. Because without it, I don't know; maybe we just wouldn't feel real. What's that saying? Why do I keep hitting myself with a hammer? Because it feels so good when I stop." (Meredith Grey)
  • "Look at this. Everybody wants a life without pain. And what does it get you? She needs to be on a poster somewhere to remind people, pain is there for a reason." (Miranda Bailey)
  • "It's a beautiful day to save lives. Let's have some fun." (Derek Shepherd)
  • "Communication. It's the first thing we really learn in life. Funny thing is, once we grow up, learn our words and really start talking the harder it becomes to know what to say. Or how to ask for what we really need." (Meredith Grey)
  • "Biology says that we are who we are from birth. That are DNA is set in stone. Unchangeable. Our DNA doesn't account for all of us though, we're human. Life changes us. We develop new traits. Become less territorial. We start competing. We learn from our mistakes. We face our greatest fears. For better or worse, we find ways to become more than our biology. The risk of course is that we can change too much to the point where we don't recognize ourselves. Finding our way back can be difficult. There's no compass, no map. We just have to close our eyes, take a step, and hope to God we get there." (Meredith Grey)
  • "Being a hero has it's price" (Cristina Yang)
  • "At the end of the day, when it comes down to it, all we really want is to be close to somebody. So this thing, where we all keep our distance and pretend not to care about each other, is usually a load of bull. So we pick and choose who we want to remain close to, and once we've chosen those people, we tend to stick close by. No matter how much we hurt them, the people that are still with you at the end of the day - those are the ones worth keeping. And sure, sometimes close can be too close. But sometimes, that invasion of personal space, it can be exactly what you need." (Meredith Grey)
  • "At the end of the day, there are some things you just can't help but talk about. Some things we just don't want to hear, and some things we say because we can't be silent any longer. Some things are more than what you say, they're what you do. Some things you say cause there's no other choice. Some things you keep to yourself. And not too often, but every now and then, some things simply speak for themselves." (Meredith Grey)
  • "At the end of the day faith is a funny thing. It turns up when you don't really expect it. It's like one day you realize that the fairy tale may be slightly different than you dreamed. The castle, well, it may not be a castle. And it's not so important happy ever after, just that its happy right now. See once in a while, once in a blue moon, people will surprise you , and once in a while people may even take your breath away." (Meredith Grey)
  • "At some point, you have to make a decision. Boundaries don't keep other people out. They fence you in. Life is messy. That's how we're made. So, you can waste your lives drawing lines. Or you can live your life crossing them. But there are some lines... that are way too dangerous to cross." (Meredith Grey)