Archive for janeiro 2011

Am I the only place that you’ve left to go
She cries her life is like
Some movie black and white
Dead actors faking lines
Over and over and over again she cries
I found a man I can trust
And boy, I believe in us
I am terrified to know for the first time
Can you see that I'm bound in chains?
I've finally found my way
I am bound to you
I am bound to you

29 de janeiro de 2011
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Stephenie Meyer - um caso de sucesso

O sonho da história para o primeiro livro da saga bestseller Luz e Escuridão surgiu na noite de 1 de Junho de 2003. Stephenie conta: «No meu sonho, duas pessoas tinham uma conversa intensa num prado no meio da floresta. Uma das duas pessoas não era mais do que uma rapariga normal. A outra pessoa era de uma beleza fantástica, ofuscante... e um vampiro. Discutiam as dificuldades inerentes aos factos de estarem a apaixonar-se um pelo outro, enquanto o vampiro se sentia particularmente atraído pelo odor do sangue da rapariga e a muito custo se controlava para não a matar imediatamente.» Depois de uma infância mórmon assim como sujeita a uma educação restrita, já mãe de três filhos pequenos e esposa de "Pacho" (alcunha que dá ao marido), percebe que o sonho que teve foi forte demais para o esquecer, ou ignorar, e, começa assim, a narrar a situação no prado. Não sabia ela que, naquele preciso momento, nascera o primeiro livro de uma Saga com a mesma dimensão de Harry Potter por J. K. Rowling, com mais de 100 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo em três anos! Escreveu o livro com o intuito de não o publicar, de ser apenas para ela e para os seus três filhos, admitindo que escreveu bastantes linhas com Eri, o seu filho mais novo, enrolado nos seus braços. A procura dos nomes para as personagens principais não foi difícil: Edward inspirado por Edward Ferrars em Sensibilidade e Bom Senso de Jane Austen, clássico que a escritora adora, e Isabella, o nome escolhido para a filha que nunca teve. Os seus sonhos continuavam entretanto, «eram como vozes na minha cabeça», ao que ainda hoje, retém um bloco de notas e uma caneta na sua mesinha de cabeceira para anotar ideias ou pormenores que aparecem durante a noite. Escrevia e mantinha em segredo, estava muito envergonhada por dizer a Pacho que estava a escrever um livro sobre vampiros quando Emily, sua irmã, investiga e é a primeira a saber e a incentivar que esta procure uma agente. Enviou o livro a 15 agências diferentes e apenas uma respondeu positivamente, o que a deixou em êxtase, e finalmente contraiu contrato com uma editora por 750 mil dólares, um sucesso para uma estreia como escritora. O título inicial do primeiro livro era Forks, o que teria de mudar e, junto com a ajuda da sua agente, escolheu finalmente o nome substituto: Crepúsculo. Antes de Crepúsculo ser publicado já lhe tinham comprado os direitos de autor para um filme. O que acabou por acontecer algum tempo depois foi que o argumento, criado para a história no cinema, era completamente desajustado, sangrento e algo que Stephenie nunca quis. Com as negociações passadas para outra empresa, a actual, acompanhou de perto o processo de argumento, escolha de personagens, realização do primeiro filme. Tinha imaginado antes Harry Cavill no papel de Edward e Emily Browning no papel de Bella. Kristen Stewart foi primeiro seleccionada. O papel de Edward demorava a ser ocupado, concorreram bastantes actores sem perfil para representar o cavalheiro assustador, ao que prevaleceram apenas três, cuja selecção seria feita através da leitura de cenas diferentes com Kristen. Quando chegou a vez de Robert Pattinson, com a cena do beijo na cama, houve química imediata entre os dois actores. «Sentia-se a intensidade e a paixão» recorda Hardwicke. A entrega do papel de Edward a Rob gerou uma rebelião de fãs com uma petição pública online com mais de 75 mil assinaturas para o tirarem. A realidade é que no fim de semana de estreia de Crepúsculo este vendeu um auge de 70 milhões, o dobro dos custos de produção de todo o filme. A esmagadora vida de fama de Stephenie continuou, com a publicação de Lua Nova, Nómada, Eclipse, e Amanhecer, que gerou muitas críticas duras e difíceis para a dedicada escritora. Teve no futuro de ultrapassar mais problemas com a fuga do manuscrito do livro Minight Sun, o Crepúsculo segundo a perspectiva de Edward, publicado online e espalhado por todo o mundo. Stephanie Meyer é actualmente um dos nomes mais importantes da literatura contemporânea, uma mulher simples que vive as personagens e se apaixona por elas da mesma forma como nós nos apaixonamos pela forma como ela as interpreta nos seus livros - bendito sonho que nos permitiu entrar no seu mundo paralelo, sem querer de lá sair.


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Stephenie e Eu

A minha querida amiga Vera soube logo do que se tratava quando a enchi de informações sobre Meyer. Stephenie como agora a gosto de chamar. Perdi a tendência de a chamar de Meyer (o seu apelido), o que se deveu em parte por a ter "conhecido" (seria um sonho) através da leitura da sua biografia: A rainha do Crepúsculo. Afirmo deliciosamente que sou uma fã incondicional da Saga Luz e Escuridão, cuja leitura começou de uma forma pouco usual e violenta. O meu namorado diz-se apaixonado por Sétima Arte e, de facto, é o mesmo, tragicamente para mim que nunca terei coragem de acompanhar, em absoluto, mesmo que por muito esforço da minha parte, a sua mente vocacionada e direccionada para a cinematografia. É de tal forma interessante para alguém sonhador e, na maioria das vezes, tão ocupado com trabalho quanto eu, sair com uma enciclopédia ambulante que recita o nome dos autores com poupa e circunstância quando cita indeterminadamente filmes que nem sabia que existiam, que debate pretensiosamente os papeis do mais vil sujeito que interpretou a papel da quarta ou quinta personagem principal, e que, com um sorriso maléfico e tremendamente exuberante, faz desafios para eu adivinhar o nome de actores, músicas, filmes ou realizadores, ao mesmo tempo que debate o que receberá se não acertar. O cinema começou a fazer parte da minha vida como comer um hambúrguer da Lili todas as semanas, o meu namorado não deixa as coisas por meias medidas senhores, algo que me fascina, e que fez as idas a estreias, e o meu gosto enorme por cinema mais patente na minha viga vulgar, algo que a minha personalidade recebe com muita honra e deleite. Um noite como outra qualquer, o Peter (como lhe chamo sempre) perguntou-me algo que se viria um dia a arrepender: "Tabita gostas de Twilight?". Aquele novo som não era muito desconhecido mas sabia lá eu o que isso significava, ingénua como sempre. Logo, apercebeu-se de algo: eu nunca tinha visto Twilight... Uma semana depois girou a sua colecção de DVDs pessoal e entregou me um DVD para as mãos: "Tabita não tenho o primeiro, mas tenho o segundo filme." Lembro-me ainda da minha posição e de levar o DVD para casa não entusiasmada nem curiosa, apenas mais um filme interessante. Saberia lá eu que começaria naquela noite uma paixão escondida, um obsessão enorme, a minha primeira dedicação a uma pessoa como Stephenie Meyer. O Pedro lembra-se também disso, como direi mais à frente. Comecei com o primeiro filme, Crepúsculo, deduzindo que não tinha noção primeiro ver o segundo sem ver o primeiro. Era madrugada, por volta da uma hora, de um domingo para uma segunda. Vi Crepúsculo seguido de Lua Nova, sem dizer palavra, sem reacção. Quando o Pedro se levantou às seis horas da manhã, mandou mensagem de bom dia como sempre (estava a fazer recruta o que obrigava a que se levantasse todos os dias a essa hora e nunca as mensagens eram de bom dia, o meu passarinho sempre arranjou formas de escrever mensagens muito típicas e diferentes) e ainda hoje fala da primeira vez que lhe respondi passado segundos... Tinha ficado toda a noite presa ao ecrã do meu falecido computador, absorta, presa a uma realidade muito diferente da minha, que instantaneamente me prendeu, irrevogavelmente! Corri para a Fnac e comprei Amanhecer, o quarto livro da saga e último sem esperar para ver Eclipse, sem ler Eclipse, sem ler o livro dos filmes que tinha acabado de ver... Queria ler o fim, queria ver a história, queria devorá-la... Em três dias e meio acabei o maior livro da saga. Ri, sorri, chorei, agarrei-me a ele como se fosse eu própria uma personagem. Foi o melhor livro que alguma vez li. Desde sempre fui uma leitora compulsiva, a minha mãe sempre me elogiava a ler, coisa que eu adorava desde pequena. No meu escritório ainda jaz colecções inteiras que devorei em meses, comédias, diários, infantis e policiais. Ocupam parte significativa da estante e gosto de o gabar a convidados. Lembro-me de outro episódio que passei depois de ler Amanhecer. Depois de muito deambular pela Internet à procura de mais informação, que, por mais pequenina que fosse, esquentava o meu coração e o metia eufórico, decidi que gostava demasiado de Bella para a deixar já. Corri para a Fnac de novo e procurei a prateleira dos livros de Stephenie. Ainda me lembro onde estava (agora mudaram de sitio, apreciava o antigo). Ocupava duas prateleiras inferiores do primeiro balcão dos livros de ficção. Sentei-me no chão e, como se tivesse numa mercearia a escolher fruta, comecei a pegar um de cada. Nómada, Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse, Biografia... Lembro-me de os carregar pela Fnac até que me fartei e fui buscar um cesto (algo que também mudou entretanto). Não conseguia mais com o peso, os livro enrolados nas minhas mãos davam-me pelo pescoço e as pessoas olhavam-me como se fosse mais uma adolescente perdida nos seus muitos problemas existenciais. Com orgulho, sai de lá com um saco pesado em cada mão e fui para casa... Comecei a ler. Nunca mais fui a mesma nesses dias seguintes, a minha vida girou a volta da vida de Bella e lia até quatro e cinco de madrugada, sentia as mesmas emoções descritas em Bella, cheirava os mesmos lugares, ria-me de Jacob, sorria com Edward. Vivi apaixonada por Edward em Crepúsculo, chorei com Bella em Lua Nova, ri-me do beijo precipitado de Jacob com Bella em Eclipse. Acabei a saga Luz e Escuridão numa semana. Nunca mais deixei de admirar Stephenie Meyer - a escritora da saga e mãe calorosa de três filhos. Depois de ler o manuscrito perdido de Minight Sun que a minha amiga Vera e, maior fã que eu, me cedeu em português, e depois de repetidas leituras das minhas partes favoritas de todos os livros da saga até à exaustão, dediquei-me à fonte de tal inspiração. Alguns dados que gostaria de partilhar sobre Stephenie são ela como uma pessoa formidável, de grandes princípios morais (o que se denota na saga), uma mãe simples e dedicada. Toda esta fama começou com um sonho... E mais não digo pois quando terminar o livro, a sua biografia, terminarei também o meu texto... Até lá um caloroso obrigada Stephenie por me contagiares pela tua visão.


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O jovem índio

Desde pequena que ouço o meu pai contar as histórias mais engraçadas de sempre, ou acabando numa piada tão seca que somos forçados a rir só de olhar para o riso dele ou para os olhos dele abertos, esbugalhados a olhar-nos (parece que vejo agora a expressão dele, com a cara um pouco rosada e a dizer que 'sim' com a cabeça), ou então lições educativas, às quais a mesma expressão que faz ele quando conta as piada secas faço eu agora, estupidamente igual... E uma das histórias que conta sempre quando reprovo a um exame ou quando me esforço muito para algo e não consigo é esta que vos conto de seguida.

Havia um jovem índio que sonhava que um dia haveria de acertar com uma flecha numa estrela. Tentava arduamente, apesar de todos à sua volta o considerarem maluco e gozarem com ele. Mesmo assim ele nunca desistiu e mandava flechas e flechas para o ar com o intuito de alguma chegar a uma estrela. Certo dia, o líder índio da tribo, quis casar a filha com um índio que estivesse à altura e o substituísse na poderosa responsabilidade de liderar a tribo. Depois de muito pensar, resolveu por fim fazer um concurso: quem lançaria a flecha mais alta ganharia.

Não preciso de continuar a história... Todos sabemos quem ganhou, o jovem índio maluquinho que muito treinou em alcançar uma estrela e, pela sua perseverança, conseguiu atirar a flecha mais alta. A lição no meio dos índios e das flechas resume-se a uma frase muito simples:

Mesmo que não imediatamente ou que a maioria não acredite em nós, o nosso esforço é sempre recompensado.

20 de janeiro de 2011
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Ao nosso futuro!

Tinha de postar, hoje principalmente, porque é um dia horrível para muitos estudantes que conheço, para a minha querida amiga Vera, o nosso amigo João e outros amigos (não por causa das cheias no Brasil ou da morte de Carlos Castro) mas porque Microeconomia será sempre o nosso calcanhar de Aquiles. Hoje mostrou ser mais do que apenas uma fraqueza, uma desilusão depois de muito estudo. Deixo, a quem este dia realmente significa mais uma ante-visão de mais e pior sofrimento em volta de livros, gráficos e exames, discussões com o namorado e sonhos abstractos sobre questões de exame (a realidade é que os tive e sonhei que ia mesmo falhar), as frases de esperança com que a minha mãe me consolou:

"Já passaste por coisas piores, esta é só mais uma má."

"Não vais desistir."

"Vais conseguir."

"O que importa é a atitude agora."

"Vais para a frente, porque tu vais andar."

Espero que também vocês possam ser consolados e que arranjem força interiormente para uma nova esperança, determinação e força. Saberemos que falhamos mas está nas nossas mãos ganharmos ainda mais. Sabemos qual o sentimento e não iremos permitir que soframos de novo. A todos vocês força pelo nosso futuro! Bom Estudo e ROCK US para os meus amigos (o nosso grito de guerra)...

17 de janeiro de 2011
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E se...

Por vezes, e passo já a referir que adoro começar as minhas reflexões por "por vezes", acho-o romântico e muito apelativo, não que romântico e apelativo esteja de alguma forma relacionado com "por" e "vezes". Só porque a maioria dos textos românticos começam por "por vezes" e falam de coisas apelativas... Para alguns. Tal como Meredith Grey diz: "não muitas vezes, mas de vez em quando, algumas coisas falam por elas mesmas", que penso que é o caso da palavra "por vezes" - poderemos sonhar em escrever uma infinidade de pontos inúteis só porque começamos com a palavra "por vezes", e o que, possivelmente, tornará o texto simplesmente fantástico... Para alguns. Recomeçando...

Por vezes é difícil recomeçar. Por vezes é tão difícil que se torna impossível. E por vezes é melhor não pensar em recomeçar e continuar a viver em negação... Para alguns. Há quem ainda julgue, e tenha a esforçada intuição que recomeçar é essencial. De preferência quando falamos em seres humanos. Aqueles medíocres animais racionais que vivem a vida dentro de limites todos os dias, dias e dias e dias, enfim... Sem os ultrapassarem... Sem quererem tão pouco... Para alguns. Viu algum destes por aí? Não se preocupe, se vir um, ignorei-o, é uma boa técnica de lidar com eles e sabe que mais? Despeça-o. Isso mesmo, "bye bye bonitão". Despeça-o com muita classe. Algo que aprendi, e digo-o já, com muito sofrimento, nos meus apenas tenros 20 anos de plena existência confusa e deprimente, é que o impossível é um treta. Recomeçar é a verdadeira essência do nosso poder. Reconhecer que temos de recomeçar não só é um passo mas metade do processo. Recomeçar deveria fazer parte de nós como água faz parte no nosso corpo. Típico como detestamos mudanças - apenas 2% concordam em mudar quando lhes é pedido. Mudar é difícil, insuportável, mas não impossível porque o impossível é nada. Mudar é ter coragem para suportar diferenças e aceita-las assim como a nossa própria opinião, sentimento, atitude e até estilo de vida. Dar um passo em frente para nos desenvolvermos internamente. Quem terá coragem? Alguns.

16 de janeiro de 2011
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...odeia-me...

Hate me today...
Hate me tomorrow...
Hate me so you can finally see what's good for you.
(Blue October - Hate Me)

14 de janeiro de 2011
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Sorriso Tímido

Sinto a tua falta, de uma maneira estranha... Comedida mas sempre presente. Impossível estares presente mas, é a tua ausência, deixou de ser doce. Deixei de pensar nela como temporária para a considerar uma ameaça ao meu equilíbrio emocional. A maldita :) sei que estas a tentar concertar-te, das muitas possíveis formas que encontrares por ai sem mim, quem sabe até não e estas é a tentar reparar esta caixa de vento, inconstante e insensível... Hoje à noite saí, fui comprar um rato para o portátil porque, nem sei como, destruí o wireless do outro... Só mais um para meter na lista dos desgraçados equipamentos electrónicos que foram parar às minhas mãos! E acho que não estavas pela Fnac como eu, porque olhei vezes sem conta a alucinar, provavelmente poderias aparecer a qualquer momento com o teu sorriso tímido, quem sabe?! Tal não aconteceu, se aconteceu ainda continuo a sonhar, não tenho dormido muito nas noites passadas portanto é normal estar concentrada... No sono e nas outras muitas coisas que não estou muito afim de incluir mais no meu monólogo. No meio de ilusões (vou fingir que não vou dizer isto, acho que me vou arrepender), comprei finalmente, depois de umas pesquisas profundas sobre o assunto, a tua prenda para quarta, a pensar ingenuamente que poderia substituir-te e o pedaço de papel retribuir o sorriso que faltava! Com isto em mente (e borbulhando a incandescente lama dentro do meu ser irritante para não enviar mensagem), quando cheguei e olhei de novo o embrulho... Estava certa que só não tinha esperado pelo dia anterior para o comprar, como é meu hábito, porque havia ali alguma coisa que não batia certo. Porque te queria em vez da prenda, e o meu ego desesperante por ti fez me decidir quanto ao embrulho! Honestamente, vou-me mesmo arrepender, a sinceridade contigo funciona de forma diferente das outras pessoas: os outros apreciam-na, tu abominas porque simplesmente pensas que são mentiras (regra geral)! Nada de especial para citar agora, já que estou a ir tão bem... Espero eu! Quando ia pegar na pílula para a tomar percebi que não estava ali mais, porque deitei a caixa fora! Agora é o momento em todos exclamam indignados: "Ai que maluquinha!". Meus tontos leitores deitei-a fora simplesmente porque acabou e porque SÓ vem aí a pior altura do mês. Mas o teu consciente poderá replicar pensativo: "os últimos meses correram bem...". MAS, e o mas aqui é muito importante, os últimos meses não tiveram o factor chave para o meu irresistível estado... SÓ os exames! Portanto, olhei para a tua inofensiva prenda e percebi que afinal a culpa não era só tua... Só tua e que com esforço (muuuuitoooo) poderíamos negociar as percentagens de culpa. A música por aqui está a pedir que te diga... (Coldplay - The Scientist) Muitas coisas desconfortantes... Muitas coisas desconfortantes tais como:

Come up to meet you...
TELL YOU I AM SORRY!
You don't know how lovely you are...


E entre borboletas dentro do coração como diz Meyer e apesar de não diminuir a minha culpa, e as consequências amargas (herrr!) - D E S C U L P A  P E T E R !

Nobody said it was easy...
No one ever said it would be so hard.
I'm going back to the start!

Por isso, Amo-te dono cruel do Sorriso Tímido... Espero por ti até melhorares... Para poder massacraste com a prenda que ainda não me compraste e aturar as tuas birras quando te puxar para o Japonês; ouvir os teus muitos pensamentos pessimistas sobre tudo o que de mau poderá acontecer a ti e ao mundo, para te contar os meus mais recentes projectos para as nossas férias juntos e para te preparar para algumas melhorias! Adoro-te sabes? Esse é o maior problema aqui. Esse é que deveria ter 100% da culpa sem dúvida! Finalmente, Blink 182 - I Miss You:


I miss you, I miss you...
Where are you and I'm so sorry!
I cannot sleep, I cannot dream tonight.



13 de janeiro de 2011
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A vida move-se, assim como nós, sem parar e sem até perguntar se gostamos que assim seja...


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Seres esquesitos e simples demais

A nossa existência mortal em nada se compara à contada por livros, romances escritos com vista a alimentar esperanças nos corações dos leitores de uma vida igualmente perfeita, tal como a personagem que fala em discurso próprio ou a quem o narrador descreve como um desastre. Romances que tencionam esquentar os nossos sonhos e iluminar, com um pouco de paz e felicidade, os dias em que vivemos esse tal maravilhoso romance como se fossemos nós próprios a protagonista. O que acontece na vida real é de todo muito diferente, porque aqui não há pedidos de casamento, a personagem ouve Pendulum e não Debussy e, porque simplesmente não podemos retirar passagens inteiras de idas à casa de banho, almoços, jantares, trabalho, estudos, compras, e transito, é monótona, lenta e incrivelmente imprevisível. Humana demais. Porque é o perfeitamente excluído num livro que torna a vida contada atingível para meros leitores. Não faria bem ao ego aumentado da escritora e sucessivamente à comissão vendida de romances. O tempo aqui não para, a vida é de tal modo horrorosa de tão simples e banal que escrever um livro com ela não arrastaria multidões como Meyer. Somos seres reais de mais infelizmente.

11 de janeiro de 2011
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Depois de uma exaustiva procura detalhada tal como instintiva (só de dizer isto até já me sinto cansada) no web-site da Fnac sobre máquinas compactas e híbridas (seja lá o que isso significar), e depois de muitas ver e rever, comparar as definições que quase não interpreto, só quando estava prestes a desistir abri para lá uma página que me fez parar.
Primeira reacção: Uau!
Segunda reacção: Até tem uma tampinha que sobe e desce!
Terceira reacção: É sony, está na moda!
Quarta reacção: Toda a gente queria ter uma igual!
Quinta reacção: É esta a minha máquina!
Sexta reacção: Ai o preço...

A câmara dos meus sonhos:
Sony Cyber-Shot DSC-TX9H

10 de janeiro de 2011
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EU

Olho as teclas, sinto me indiferente ao que vou escrever, cada dedo meu carrega em cada uma delas, espera sensações, algo melhor para escrever do que confusão... Não arranjará, hesitam e sabem que o coração não responde ao apelo sincero de histórias e sentimentos bem terminados. Há dias nos meus dias em que preferia apenas contar as horas passar e deixa-las fluir, livre de pensamentos e culpas, de projectos e apetites. Seria melhor te-los sem perceber quanto custam. Melhor ser amado do que amar, amar custa. No meu dia mudaria tudo, a primeira coisa a fazer simples e reconfortante: um banho de emersão, com a banheira cheia, cheia de água quente, a ferver e o ar abafado pelo termoventilador no máximo, com o mp4 preto numa mão e a outra a amparar a cabeça para não deixar o cabelo escorregar. Mudaria a minha hora de acordar, acordei as 16 da tarde, mudaria para as 10h da manhã, e depois do meu banho, meteria o meu pijama mas confortável junto com as minhas piugas azuis atadas a uma cabecinha de cão e cantarolava para a cozinha... Meia de leite com café acabadinho de fazer, a cápsula amarela da nespresso, ainda me lembro, deve fazer um ano quando fui persuadida a consolar me pela minha mãe a um pequeno almoço como nunca, dois anos quando podia ainda. Acompanhada com uma torrada fina e enorme cheia de manteiga. Só de pensar no cheiro que ficaria na cozinha, uma mistura de café com algo abafado acabado de cozinhar, o cheiro a algo reconfortante logo pela manhã, sinal absoluto de um começo de dia perfeito. Retornaria ao quarto, depois de me despir e ficar só em cuecas, a meia de leite fez-me ficar quente. Entraria de novo na cama para me aninhar e ler de novo amanhecer, as partes que mais gosto, personagens de Meyer cobiçados por metade do mundo que me dão sonhos em dias difíceis. Nada de people and living nem Crónicas Minhas nesse dia, apenas eu e o mundo. Sairia da cama de novo, agora pela segunda vez e na varanda gritaria... E sem aturar pessoas, iria passear, cheia de roupa e de sapatilhas, ao longe parecida com uma bolinha de gelado confusa, até encontrar um sítio calmo, com muito sol, amplo, confortável e brilhante para estudar introdução ao estudo da empresa. Pelas 17 horas da tarde parava e suspirava fundo. O vento tinha mudado até ao último suspiro, agora era tempo de parar para pensar e ver o sol a pôr-se entre o céu e o mar. Tal como me espera a vida, dois domínios diferentes e únicos dados a escolher, uma só escolha quando deveriam ser duas. Penso que durante o tempo em que ocupo o meu tempo com coisas fúteis e desnecessárias como mecanismo de auto-defesa, nunca me pergunto o que quero eu. Retornaremos ao pôr do sol, o humano vê-lo escolher entre o dia e a noite, obrigado a ser visto num lado apenas e nunca em ambos. Já, alguma vez, ponderamos se o sol quer ambos os lados? Falta a minha opinião, liberdade para amar todos ao mesmo tempo, porque eu consigo todos de uma vez.... Todos, todos, falta-me eu. Apenas eu, como até aqui do meu dia. Já é noite e apetece-me dormir na rua a ver o mundo girar. Corro aos saltos e a rir-me alto pela marginal até à Lili, "um hambúrguer com ovo". Quando me viro receosa de mais uma negação, vejo quem amo a sorrir. Não só ele, mas todos. À minha volta a gozarem com a minha voz e cara a pedir mais um. Abraço-os a todos, um a um, apertando os muito, a sorrir e com os olhos fechados. São a minha família, os meus amigos, as pessoas que partilharão de tudo o que for meu como se fosse deles. Um jantar bem passado recomendado pelos tempos, o tempo suave embalou durante horas o convívio, seguido de muita festa, risos histéricos, danças estúpidas e piadas secas com a promessa do próximo dia não ser tão feliz mas um de memórias recentes.

Sabemos sim que nunca acontecerá, que as minhas escolhas nem sempre foram as melhores e que nutro sentimentos difíceis de perceber que me arrastam para a solidão nos dias de dias. Os olhos de muitos olham-me com criticas duras e tecem comentários rudes. Olham-me como se errasse, como se eu mesma fosse arrogante demais para reconhecer os meus erros e um ser intocável, uma boneca de porcelana que nunca ficará sem batom com o tempo. Porque só me conseguem ver assim, e a minha fraqueza é mais profunda do que um ser anónimo pálido. Sou tão frágil e influenciável emocionalmente que todos me pisariam sem articular uma frase completa. Ainda se atormentam com as minhas duvidosas razões, ainda não confiaram no poder do meu amor. E eu sou um ser, infelizmente ainda e continuarei a ser.

9 de janeiro de 2011
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No regrets

Recomeçar num outro mundo longe deste resolveria todos os meus problemas. Ponto final. Ponto Final. Ponto Final.


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Por muito que nos custe admitir, há momentos que tememos não ter força suficiente para lutarmos por quem queremos ser ou por quem deveríamos, segundo o nosso olhar tendencioso, muitas vezes fruto da imaginação de outros. A dificuldade vem de analisar o futuro não como criação pessoal e colme de emoções de uma passado vivido, mas com curiosidade e muita expectativa. Passo a ilustrar… Quando caímos de uma escada e partimos a perna, faz-nos falta a pobre coitada, que não era coitada até então, ignorávamos que ela lá estava a maior parte dos dias, mas passa a ser… E de uma maneira apelativa e forte, a nossa atenção passa a ser a cura dela, da pobre coitada… Só ai percebemos a real importância da perna, porque nos faz falta andar com ela. Se tivéssemos tido cuidado com a escada, ou até se não subíssemos por ela acima, se nem sequer pensássemos em sair de casa porque é muito perigoso e até sonhamos com aviões, tornados, furacões, fogo, cheias ou trovões, que poderão atingir a nossa preciosa casa e magoar a nossa preciosa vida, bem aí, e só aí atingiríamos a combinação perfeita da maior insensibilidade que poderemos atingir. Bla bla bla, vou meter por miúdes… Quando perdemos, ou quando somos forçados a abandonar algo, entendemos por fim, e mediremos o impacto, da falta que nos faz. Se não perdermos nunca saberemos, porque não ultrapassamos, não sentimos, e a imaginação não é fértil que chegue. Portanto, por muito que nos custe, darmos o braço a torcer e fazermos figas para que nada nunca nos falte, é na ausência que poderemos reflectir o quão gratos somos agora por poder ter.

7 de janeiro de 2011
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                                                                      19 DE JANEIRO

3 de janeiro de 2011
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As melhores citações de Anatomia de Grey

  • "You are eight feet tall. Your boobs are perfect. Your hair is down to there. If I was you I would just walk around naked all the time. I wouldn't have a job, I wouldn't have any skills, I wouldn't even know how to read. I would just be... naked." (Cristina Yang)
  • "Well we went through the scariest thing a person can go through and we survived. So now everyday's just a gift." (Cristina Yang)
  • "We're adults. When did that happen? And how do we make it stop?" (Meredith Grey)
  • "We all want to grow up. We're desperate to get there. Grab all the opportunities we can to live. We're so busy trying to get out of that mess, we don't think about the fact that it's going to be cold out there. Really freaking cold. Because growing up sometimes means leaving people behind. And by the time we stand on our own two feet, we're standing there alone." (Meredith Grey)
  • "They say lightning never strikes twice, but that is a myth. It doesn't happen often, lightening usually gets it right the first time. When you're hit with 30,000 amps of electricity you feel it. It can make you forget who you are. It can burn you, blind you, stop your heart. And cause massive internal injuries. But, for something that happens in only a millisecond, it can change your life forever." (Meredith Grey)
  • "Sometimes doing something is worse than doing nothing." (Meredith Grey)
  • "Nobody chooses to be a freak. Most people don't realize they're a freak until it's way to late to change it. No matter how much of a freak you end up being, chances are there's still someone out there for you. Unless of course, they've already moved on. Because when it comes to love, even freaks can't wait forever." (Meredith Grey)
  • "Maybe we're not supposed to be happy. Maybe gratitude has nothing to do with joy. Maybe being grateful means recognizing what you have for what it is. Appreciating small victories. Admiring the struggle it takes to simply be human. Maybe, we're thankful for the familiar things we know. And maybe we're thankful for the things we'll never know. At the end of the day, the fact that we have the courage to still be standing is reason enough to celebrate." (Meredith Grey)
  • "Maybe we like the pain. Maybe we're wired that way. Because without it, I don't know; maybe we just wouldn't feel real. What's that saying? Why do I keep hitting myself with a hammer? Because it feels so good when I stop." (Meredith Grey)
  • "Look at this. Everybody wants a life without pain. And what does it get you? She needs to be on a poster somewhere to remind people, pain is there for a reason." (Miranda Bailey)
  • "It's a beautiful day to save lives. Let's have some fun." (Derek Shepherd)
  • "Communication. It's the first thing we really learn in life. Funny thing is, once we grow up, learn our words and really start talking the harder it becomes to know what to say. Or how to ask for what we really need." (Meredith Grey)
  • "Biology says that we are who we are from birth. That are DNA is set in stone. Unchangeable. Our DNA doesn't account for all of us though, we're human. Life changes us. We develop new traits. Become less territorial. We start competing. We learn from our mistakes. We face our greatest fears. For better or worse, we find ways to become more than our biology. The risk of course is that we can change too much to the point where we don't recognize ourselves. Finding our way back can be difficult. There's no compass, no map. We just have to close our eyes, take a step, and hope to God we get there." (Meredith Grey)
  • "Being a hero has it's price" (Cristina Yang)
  • "At the end of the day, when it comes down to it, all we really want is to be close to somebody. So this thing, where we all keep our distance and pretend not to care about each other, is usually a load of bull. So we pick and choose who we want to remain close to, and once we've chosen those people, we tend to stick close by. No matter how much we hurt them, the people that are still with you at the end of the day - those are the ones worth keeping. And sure, sometimes close can be too close. But sometimes, that invasion of personal space, it can be exactly what you need." (Meredith Grey)
  • "At the end of the day, there are some things you just can't help but talk about. Some things we just don't want to hear, and some things we say because we can't be silent any longer. Some things are more than what you say, they're what you do. Some things you say cause there's no other choice. Some things you keep to yourself. And not too often, but every now and then, some things simply speak for themselves." (Meredith Grey)
  • "At the end of the day faith is a funny thing. It turns up when you don't really expect it. It's like one day you realize that the fairy tale may be slightly different than you dreamed. The castle, well, it may not be a castle. And it's not so important happy ever after, just that its happy right now. See once in a while, once in a blue moon, people will surprise you , and once in a while people may even take your breath away." (Meredith Grey)
  • "At some point, you have to make a decision. Boundaries don't keep other people out. They fence you in. Life is messy. That's how we're made. So, you can waste your lives drawing lines. Or you can live your life crossing them. But there are some lines... that are way too dangerous to cross." (Meredith Grey)